📜 COMPONENTE
CURRICULAR: HISTÓRIA
TURMA: 5º ANO A – EF I
DATA: 14/09/2026 (Segunda-feira)
PLANO DE AULA: Palavras Gravadas na Pedra: O Código de Hamurabi e o Nascimento das Leis
"As leis de uma sociedade revelam o que ela valoriza, o que ela teme e como ela define a justiça. Há quase quatro mil anos, na antiga Mesopotâmia, o rei Hamurabi mandou gravar em um enorme monumento de pedra o primeiro grande conjunto de leis escritas da humanidade. Ao ditar regras para o comércio, a família e as punições baseadas no 'olho por olho, dente por dente', a Babilônia organizou sua vida social. Compreender esse passado distante nos ajuda a olhar para o presente e perceber como as leis atuais evoluíram para proteger os direitos humanos e buscar uma justiça que educa, em vez de apenas vingar."
📝 PARA COPIAR DO QUADRO
1. Por que criar leis? Antes as leis eram só faladas. Quando as cidades cresceram na Mesopotâmia, o rei Hamurabi resolveu escrever as regras para que ninguém pudesse mudá-las ou dizer que não sabia.
2. O Código na pedra: Em 1750 a.C., ele gravou 282 leis numa pedra preta gigante chamada estela. Ficava na praça pública para todos verem. A escrita usada era a cuneiforme.
3. Olho por olho, dente por dente: Era a Lei do Talião. O castigo tinha que ser igual ao crime. Se alguém quebrava o osso de outro, teria o osso quebrado também.
4. Uma sociedade desigual: As leis eram públicas, mas a punição mudava conforme a classe social. Se um rico machucasse outro rico, o castigo era duro. Se machucasse um pobre ou escravizado, pagava só uma multa.
5. E hoje, como é? No Brasil, a Constituição diz que todos são iguais perante a lei. Nossas leis seguem os Direitos Humanos, proíbem castigos físicos e buscam reeducar a pessoa para voltar à sociedade.
1. Cronograma da Aula:
I. Desafio Inicial: "A Escola sem
Regras"
• O professor inicia a aula questionando se os alunos conhecem a expressão "Olho por olho, dente por dente"?. Após ouvir as respostas dos
estudantes, o professor
explica o sentido da frase, demonstrando o entendimento da punição por igual. : "Se alguém cometesse um erro, quem decidiria o
castigo? Seria justo o castigo depender do humor de quem manda? "Um castigo pode ter dois pesos e duas medidas?"
• O professor faz a ligação
histórica explicando que os povos antigos enfrentaram esse exato problema
quando as primeiras cidades surgiram.
• Conceito: Compreender
que as leis escritas nasceram para organizar a vida social, limitar o poder
absoluto dos governantes e criar um padrão de justiça que todos pudessem
conhecer.
II. Desenvolvimento (25 min)
Conversa Histórica:
O professor explica os seguintes
pontos:
• De Onde Veio o Código:
Apresentar a figura do rei Hamurabi da Babilônia (Mesopotâmia) e o contexto de
criação do código gravado em pedra negra (estela de basalto), destacando a
transição da tradição oral para a escrita cuneiforme.
• Como Funcionava o
"Olho por Olho": Explicar de forma lúdica a Lei do Talião. Dar
exemplos simples do código: se um arquiteto constrói uma casa e ela desaba
matando o dono, o arquiteto deve morrer; se um médico comete um erro grave na
cirurgia, sua mão é cortada.
• Inclusão e Exclusão no
Passado: Mostrar que a justiça babilônica não tratava a todos da mesma
maneira. O valor da punição dependia se a vítima era um nobre, um homem livre
comum ou uma pessoa escravizada. O código protegia a propriedade, mas reforçava
a desigualdade social.
• O Contraste com as Leis
Atuais: Promover um debate comparativo. Perguntar aos alunos se a Lei do
Talião resolveria os problemas de hoje ou se geraria mais violência. Explicar
que a nossa lei atual (Constituição Federal) proíbe castigos físicos e foca na
reparação do erro e na reeducação do indivíduo, tratando todos como iguais no
papel.
III.
Fechamento (20 min)
• Síntese: "Hoje nós
viajamos no tempo e descobrimos que as leis não surgiram do nada; elas foram
criadas porque os seres humanos precisavam de ordem para viver juntos. O Código
de Hamurabi foi um passo gigantesco porque registrou as regras na pedra para
que ninguém pudesse inventar mentiras sobre a lei. Mas também aprendemos que a
ideia de justiça muda. No passado, a justiça era pagar a violência com a mesma
violência. Hoje, entendemos que a verdadeira justiça deve defender a igualdade
e os direitos humanos, protegendo a vida de cada cidadão."
• Reflexão Final: "Se você
pudesse criar uma lei escrita nova para melhorar a convivência e o respeito
mútuo na nossa sala de aula ou na cidade de Santa Tereza do Oeste, que lei
seria essa e qual seria a punição justa para quem a desrespeitasse?"
📜 COMPONENTE CURRICULAR:
GEOGRAFIA
TURMA: 5º ANO A – EF I
DATA: 14/09/2026 (Segunda-feira)
PLANO DE AULA: Os Motores da Cidade: Tecnologia na Indústria e as Novas Faces do Trabalho Urbano
"As paisagens urbanas e as profissões mudam no ritmo das invenções humanas. Nas indústrias modernas, os robôs, computadores e braços mecânicos assumiram tarefas pesadas e repetitivas, exigindo trabalhadores cada vez mais estudados e qualificados de Tecnologia da Informação. Por outro lado, quem não consegue acompanhar essa rápida modernização busca o sustento no setor de comércio e serviços — o setor terciário. Entre lojas, aplicativos e o trabalho informal das ruas, a cidade se move e se transforma todos os dias, revelando os desafios do mercado de trabalho atual."
- Indústria e Robótica: As fábricas modernas trocam o trabalho manual por robôs e computadores. Eles fazem o serviço pesado e controlam a produção rápida.
- Trabalhador Qualificado: Com a tecnologia, as indústrias exigem profissionais que estudaram informática e técnica para programar e consertar as máquinas.
- Setor Terciário: É o comércio e os serviços. Engloba lojas, supermercados, escolas, hospitais, bancos, motoristas de aplicativos e entregadores urbanos.
- Trabalho Informal: É o trabalho autônomo sem carteira assinada e sem direitos garantidos (como férias). Cresce quando faltam vagas nas fábricas.
- Nossa Realidade: Em Santa Tereza do Oeste, as grandes agroindústrias usam alta tecnologia. O comércio local garante o sustento das famílias.
1. Cronograma da Aula:
I. Desafio Inicial: "A Fábrica de Brinquedos
e o Aplicativo"
• O professor explica que a modernidade está trazendo novas formas de trabalho nas indústrias, principalmente com a automação dos serviços.
• O professor abre espaço para as
hipóteses das crianças sobre desemprego tecnológico e a falta de garantias nos
empregos de aplicativo.
• Conceito: Provocar a
percepção de que a tecnologia gera desemprego industrial se o trabalhador não
estudar para operar as máquinas, direcionando essas pessoas para o comércio ou
para o mercado informal de trabalho urbano.
II. Desenvolvimento
Conversa Geográfica:
O professor explica os seguintes
pontos interligados:
• A Revolução dos Robôs
(Setor Secundário): Mostrar como a robótica mudou as fábricas. Usar o
exemplo das agroindústrias da nossa região oeste paranaense (frigoríficos e
processadoras de grãos), onde máquinas modernas fazem o empacotamento e a seleção
e o trabalhador precisa saber mexer no painel digital (exigência de
qualificação).
• O Boom do Setor
Terciário: Explicar o que é o comércio e serviços. Mostrar que a maioria
das profissões que as crianças conhecem hoje em Santa Tereza do Oeste
(professores, lojistas, mecânicos, atendentes de farmácia) pertencem a esse
setor.
• A Linha Tênue da
Informalidade: Explicar a diferença entre trabalho formal (com registro,
direitos e segurança) e o trabalho informal (vendedores ambulantes, pedreiros
autônomos, prestadores de bicos). Debater que a informalidade não é um crime,
mas um reflexo da falta de vagas nas indústrias tecnológicas e da necessidade
de sobrevivência na cidade
III. Fechamento (20 min)
• Síntese: "Hoje nós
juntamos as peças do quebra-cabeça da cidade moderna. Descobrimos que os robôs
e as tecnologias de informática deixaram as indústrias super rápidas, mas
fecharam as portas para quem não teve a chance de se qualificar estudando
computação. Por causa disso, o setor de comércio e serviços se tornou o grande
coração das cidades, acolhendo milhões de pessoas. Aprendemos também que o
trabalho informal nas ruas exige muito esforço e que precisamos valorizar tanto
o engenheiro que programa o robô quanto o trabalhador autônomo que garante o
sustento da família vendendo produtos no comércio local."
• Reflexão Final: "Olhando
para as profissões das pessoas que moram com você ou na sua rua em Santa Tereza
do Oeste: elas trabalham mais dentro de indústrias com máquinas modernas ou no
comércio e prestação de serviços (lojas, oficinas, entregas, escolas)?"
📜 COMPONENTE CURRICULAR: HISTÓRIA
TURMA: 3º ANO A – EF I
DATA: 14/09/2026 (Segunda-feira)
PLANO DE AULA: Das Primeiras Oficinas à
Cidade Atual: Como o Trabalho Construiu Nosso Município
"As cidades não nascem prontas; elas crescem e se transformam pelo esforço e trabalho das pessoas. Anos atrás, o que hoje é o município de Santa Tereza do Oeste era apenas uma pequena vila cercada de matas. Foram os primeiros agricultores, donos de pequenas oficinas e comerciantes de secos e molhados que fincaram as raízes da nossa comunidade. Compreender essa evolução nos ajuda a valorizar a história local e o trabalho de cada pioneiro que transformou a antiga vila na cidade em que vivemos hoje."
- A Pequena Vila: Antigamente, Santa Tereza do Oeste era uma vila pequena com poucas casas, estradas de terra e muita mata.
- O Trabalho da Agricultura: Os primeiros moradores derrubaram matas, plantaram lavouras e criaram animais. A agricultura foi o motor que iniciou a nossa região.
- As Primeiras Oficinas: Para consertar ferramentas, carroças e caminhões, surgiram as oficinas mecânicas e ferrarias, facilitando o transporte e a produção de alimentos.
- O Comércio Antigo: As primeiras vendinhas (chamadas de secos e molhados) vendiam de tudo: tecidos, arroz, querosene e ferramentas, virando o ponto de encontro da comunidade.
- A Cidade Atual: Graças ao trabalho desses pioneiros do passado, a vila cresceu. Hoje temos um município com farmácias, escolas, indústrias e ruas calçadas.
1. Cronograma da Aula:
I. Desafio Inicial: "A Máquina do Tempo de Santa Tereza" (15 min)
• O professor explica o progresso que a cidade teve nesse intervalo de tempo entre os pioneiros, com todas as suas dificuldades para sobrevivência e a situação atual de nosso município e o desenvovimento alcançado até o momento.
• As crianças de 3º ano vão dar
ideias lúdicas de cooperação, fabricação manual e troca.
• Conceito: Perceber que
a cidade atual é o resultado do trabalho acumulado de pessoas comuns ao longo
do tempo.
II. Desenvolvimento (25 min)
Conversa Histórica:
O professor explica os seguintes
pontos em linguagem simples para o 3º ano:
• A Vida no Campo
(Origem): Mostrar que tudo começou com as famílias que vieram de longe para
plantar. A agricultura alimentava a vila e trazia mais pessoas para morar aqui.
• A Importância das
Oficinas: Explicar que, se uma enxada ou uma roda de carroça quebrasse, não
dava para comprar outra pela internet. As oficinas mecânicas de antigamente
(ferrarias) eram fundamentais para que a cidade não parasse.
• O Comércio "Secos e
Molhados": Explicar como eram as primeiras vendinhas de madeira. Elas
vendiam tecidos em metros, açúcar em sacos e eram o coração social da antiga
vila.
• Antes x Depois:
Mostrar fotos da cidade antiga (se houver no acervo escolar) e comparar com o
comércio e serviços que os alunos utilizam com os pais hoje na avenida
principal do município.
III. Fechamento (20 min)
• Síntese: "Hoje
nós descobrimos que o nosso município cresceu graças às mãos de trabalhadores
do passado. O agricultor na roça, o ferreiro na oficina e o comerciante na
venda de madeira ajudaram a transformar a vila de Santa Tereza do Oeste nessa
cidade acolhedora de hoje. Cada rua, escola ou praça que usamos existe porque
pessoas trabalharam duro antes de nós."
• Reflexão Final: "Qual é o comércio ou oficina mais antiga que você conhece na sua rua ou no seu bairro? O que as pessoas fazem de trabalho lá?"
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📜 COMPONENTE CURRICULAR: GEOGRAFIA
TURMA: 3º ANO A – EF I
DATA: 14/09/2026
(Segunda-feira)
PLANO DE AULA: Onde a Gente se Diverte? Lazer e Turismo no Espaço Urbano e Rural
"O lazer e o descanso são direitos de todos e partes fundamentais da vida em comunidade. O nosso município oferece diferentes formas de diversão que dependem do espaço onde estamos. Enquanto a área urbana da cidade atrai as pessoas para praças, parquinhos e cinemas, o espaço rural abre as portas para o contato direto com a natureza por meio do turismo rural, de pesque-pagues e de momentos de calmaria. Reconhecer essas atividades nos ajuda a valorizar as riquezas de Santa Tereza do Oeste e a entender como a cidade e o campo se completam também na hora da diversão."
📝 PARA COPIAR DO QUADRO
Lazer e Turismo no
Município: A Diversão na Cidade e no Campo
- O
Lazer na Cidade: No espaço urbano, usamos a cidade para
passear e conviver. Exemplos: praças, parquinhos, quadras de esporte,
lanchonetes e cinemas nas cidades maiores da região.
- O
Lazer no Campo: No espaço rural, as atividades estão ligadas
à natureza e à tranquilidade. Exemplos: turismo rural, cachoeiras, trilhas
ecológicas, chácaras de lazer e pescarias.
- Turismo
Rural: É quando as pessoas que moram na cidade
viajam para o campo para conhecer a vida no interior, comer comidas
caseiras, andar a cavalo e descansar longe da poluição.
- Pesque-Pague:
Muito comum em nossa região, é um exemplo de lazer no campo onde as
famílias pescam, almoçam e passam o dia em contato com a água e os
animais.
- Importância do Lazer: Parques e áreas verdes preservadas protegem a natureza e garantem a saúde e a alegria de todas as famílias do município.
1. Cronograma da Aula:
I. Desafio Inicial:
• O professor inicia explicando a importância do lazer na vida das pessoas, seja para a saúde mental, para alegria e o convívio em família.
• O professor passa os conceitos de lazer urbano e lazer rural.
• Conceito: Compreender
que o lazer assume formas diferentes dependendo dos recursos e da paisagem de
cada espaço geográfico.
II. Desenvolvimento:
Conversa Geográfica:
O professor detalha as dinâmicas
de lazer em linguagem acessível:
• A Cidade como Ponto de
Encontro: Mostrar as atividades urbanas de lazer. Citar locais conhecidos
pelas crianças em Santa Tereza do Oeste (a praça central, as quadras
comunitárias) e explicar que o cinema e o teatro necessitam da estrutura das
grandes cidades urbanas próximas.
• O Campo como Refúgio:
Explicar o turismo rural. Mostrar que o verde, o ar puro e o silêncio do campo
viraram um tipo de "comércio de diversão". Explicar o funcionamento
de um pesque-pague e de pousadas rurais.
• A Conexão entre os
Dois: Mostrar que quem mora na roça vem para a cidade passear e comprar
coisas no fim de semana, e quem mora na cidade vai para a roça para fugir do
barulho dos carros. Os dois espaços se ajudam e se completam.
III. Fechamento
• Síntese: "Hoje nós
descobrimos que o nosso município tem espaços fantásticos para diversão.
Aprendemos que a cidade é ótima para atividades sociais como parquinhos, praças
e cinemas. Já o campo é perfeito para acalmar o coração, pescar e curtir a
natureza. O mais importante é entender que tanto o parquinho da praça quanto o
rio no sítio precisam ser cuidados e limpos por nós para que o lazer nunca
acabe."
• Reflexão Final: "Escreva
no seu caderno: Qual foi o passeio mais divertido que você já fez com a sua família
aqui em Santa Tereza do Oeste ou na nossa região? Esse lugar ficava na cidade
ou no campo?"
DIA 15 DE SETEMBRO DE 2026
TERÇA-FEIRA
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📜 COMPONENTE CURRICULAR: HISTÓRIA
TURMA: 1º ANO A – EF I
DATA: 16/09/2026 (Quarta-feira)
HORÁRIO: 07:40 às 08:40
DURAÇÃO: 60
min
PLANO DE AULA: Juntos na Escola: Nosso
Novo Grupo Social e Nossos Combinados de Convivência
"A entrada no Ensino Fundamental marca a chegada a um novo e importante grupo social: a escola. Este é um espaço mágico de encontros, onde deixamos de conviver apenas com a nossa família para aprender, brincar e construir novas amizades com pessoas diferentes. Para que esse ambiente seja acolhedor, seguro e alegre para todos, precisamos construir juntos as nossas regras de convivência. Os combinados da sala de aula não são limites rígidos, mas sim laços de respeito, escuta e carinho que garantem que cada criança possa crescer e fazer história junto com seus colegas."
📝 PARA EXPLICAR NO QUADRO
Cheguei
à Escola! Meu Novo Grupo e Nossos Combinados
- A
Escola é Nosso Grupo: A escola é um lugar de encontros. Aqui
nós estudamos, brincamos e fazemos novos amigos todos os dias.
- Muitas
Pessoas Juntas: Na escola convivemos com os colegas,
professores, diretores e funcionários. Cada um tem um papel importante.
- O
que são Combinados? Combinados são regras feitas por todos
nós para ajudar a cuidar da nossa sala e dos nossos sentimentos.
- Nossas
Regras de Ouro:
- Ouvir
com atenção quando o colega ou a professora estiver falando.
- Usar
as palavrinhas mágicas: por favor, obrigado e desculpe.
- Cuidar
dos materiais e dividir os brinquedos.
- Crescer
Juntos: Quando respeitamos os combinados, a nossa
sala de aula fica feliz e cheia de paz!
1. Cronograma da Aula:
I. Desafio Inicial: "A Ilha da Confusão" (15 min)
• O professor inicia a aula contando
uma pequena história ou usando um fantoche: "Imaginem que um grupo de
crianças viajou para uma ilha linda para brincar. Mas, ao chegarem lá, todo
mundo resolveu falar ao mesmo tempo bem alto, um começou a puxar o brinquedo da
mão do outro e ninguém quis ajudar a guardar os materiais. O que aconteceu com
a brincadeira na ilha? Eles conseguiram se divertir?"
• O professor abre espaço para
as respostas sociais e afetivas das crianças de 1º ano ("ficou
chato", "eles brigaram", "choraram").
• O professor faz a ponte: "A
nossa sala de aula é a nossa ilha de encontros. Para não virar uma ilha da
confusão, o que nós precisamos fazer?"
• Conceito: Perceber que
a vida em um grupo social novo exige a criação coletiva de acordos para
garantir a harmonia e o respeito.
II. Desenvolvimento:
Conversa Histórica:
O professor media a construção
social do espaço e das regras:
• A Escola como um
Grupo: Mostrar que o 1º ano é um marco. Eles saíram de grupos menores
(família, creche) e agora fazem parte de uma comunidade maior. Destacar a
diversidade da sala (colegas que moram em sítios, outros na cidade).
• A Assembleia dos
Combinados: O professor conduz uma votação ou dinâmica interativa para
definir os combinados reais da turma. Em vez de impor regras prontas, incentiva
os alunos a verbalizarem os deveres (ex: levantar a mão para falar, andar
devagar nos corredores) e os direitos (ser ouvido, brincar no recreio).
• As Palavras Mágicas
como Tecnologia Social: Explicar o poder do acolhimento. Mostrar que
palavras de gentileza transformam o ambiente escolar e ajudam a resolver
conflitos de forma pacífica sem exclusão de nenhum colega.
· Atividade impressa:
III. Fechamento (20 min)
• Síntese: "Hoje
nós descobrimos que a nossa escola é um lugar maravilhoso de encontros e de
novas amizades. Aprendemos que, para que todos se sintam felizes aqui em Santa
Tereza do Oeste, nós precisamos de regras de ouro. Quando cuidamos do nosso
amigo, ouvimos a professora e dividimos os brinquedos, estamos mostrando que
somos excelentes cidadãos e que a nossa história no 1º ano vai ser cheia de
alegrias!"
• Reflexão Final: "Qual dos nossos combinados você acha o mais importante de todos para a nossa sala ficar em paz? Vamos desenhar esse combinado para colar na parede?"
📜 COMPONENTE CURRICULAR: GEOGRAFIA
TURMA: 1º ANO A – EF I
DATA: 16/09/2026 (Quarta-feira)
HORÁRIO: 08:40 às 09:40 (Sequência
imediata da aula de História)
DURAÇÃO: 60 min
PLANO DE AULA: O Sol e a Lua Organizam Nosso
Tempo: As Atividades do Dia e da Noite
"Os ritmos da natureza dão ordem e segurança para a rotina das crianças. A alternância entre o período em que o Sol ilumina o céu e o momento em que a Lua e as estrelas aparecem funciona como um grande relógio natural. Enquanto a claridade do dia convida o estudante do 1º ano para a ação, como vir à escola de Santa Tereza do Oeste, estudar e correr no pátio, o anoitecer sinaliza que é tempo de se recolher no aconchego do lar. Compreender esses ciclos ajuda as crianças a perceberem a passagem do tempo e a importância dos momentos de atividade e de descanso para a nossa saúde."
📝 PARA EXPLICAR NO QUADRO
O DIA E A
NOITE: TEMPO DE AGITAR E TEMPO DE DESCANSAR!
- QUANDO ESTÁ DIA: O SOL BRILHA E ILUMINA TUDO. É O MOMENTO EM QUE NÓS ACORDAMOS, TOMAMOS CAFÉ, VAMOS PARA A ESCOLA ESTUDAR E BRINCAMOS COM OS AMIGOS.
- QUANDO
ESTÁ NOITE: O SOL VAI EMBORA E O CÉU FICA ESCURO. A LUA E
AS ESTRELAS APARECEM. É HORA DE VOLTAR PARA CASA E DESACELERAR.
- MINHA
ROTINA DA NOITE: EM CASA, NÓS TOMAMOS BANHO, JANTAMOS COM A
FAMÍLIA, ESCOVAMOS OS DENTES E DEITAMOS PARA DORMIR E DESCANSAR O CORPO.
- O
RELÓGIO DA NATUREZA: O DIA E A NOITE ACONTECEM SEMPRE NA
MESMA ORDEM, AJUDANDO A ORGANIZAR AS TAREFAS DA NOSSA VIDA E DA NOSSA
COMUNIDADE.
1. Cronograma da Aula:
I. Desafio Inicial: "O Mundo de Ponta-Cabeça":
• O professor inicia a aula
mostrando dois desenhos grandes no quadro: de um lado, o Sol com óculos
escuros sorrindo; do outro, a Lua com touca de dormir.
• O professor lança o desafio
com muito bom humor: "Imaginem que o Sol e a Lua resolveram trocar de
lugar hoje! O Sol apareceu com tudo no meio da madrugada e a Lua chegou bem na
hora da nossa aula, deixando tudo escurinho. Se a gente acordasse às três da
manhã com aquele solão de meio-dia, o que ia acontecer? Daria para ir para a
escola? E se estivesse de noite agora, daria para ver a bola no pátio?"
• As crianças de 1º ano vão
achar engraçado e apontar a confusão que seria na rotina de sono e alimentação.
• Conceito: Compreender
que o dia e a noite são ciclos fixos da natureza que servem para guiar e
organizar as ações humanas.
II. Desenvolvimento (25 min)
Conversa Geográfica:
O professor explica os eixos
temporais usando o corpo e o movimento:
• A Jornada do Dia (Luz e
Ação): Mostrar que o Sol é o motor das atividades fora de casa. Detalhar
cronologicamente a rotina das crianças desde o momento em que despertam, o
trajeto para a escola, o momento da merenda e as interações no pátio.
• A Jornada da Noite (Calma e
Higiene): Mostrar como a ausência de luz natural altera a paisagem da
cidade e muda as obrigações familiares. Discutir a importância dos rituais
noturnos de higiene (tomar banho, escovar os dentes) e o jantar coletivo como
momentos de desaceleração corporal para o sono restaurador.
• O Trabalho que Não Para:
Contar para a turma que, embora a maioria das pessoas descanse à noite, existem
profissões noturnas essenciais na nossa região (como policiais, médicos de
plantão e vigias), que trabalham enquanto a cidade dorme.
· Atividade
impressa:
III. Fechamento (20 min)
• Síntese: "Hoje
nós descobrimos que somos comandados por um lindo relógio lá no céu! O Sol abre
as portas do dia para a gente estudar, correr no pátio e aprender no 1º ano. A
Lua e as estrelas fecham as cortinas e avisam que o nosso corpo precisa de
banho, comidinha quente e uma boa noite de sono para acordar forte amanhã.
Respeitar o tempo do dia e o tempo da noite nos ajuda a crescer com muita saúde
em Santa Tereza do Oeste!"
• Reflexão Final: “Qual é a sua coisa favorita de fazer quando está um lindo dia de Sol? E qual o desenho ou história que você mais gosta de ver com sua família antes de dormir na cama?”
📜 COMPONENTE CURRICULAR: HISTÓRIA
TURMA: 4º ANO A – EF I
DATA: 16/09/2026 (Quarta-feira)
PLANO DE AULA: Pelos Trilhos e Estradas do Paraná: Ferrovias, Rodovias e a Integração Regional
"As vias de transporte são os fios que tecem a história e a geografia de um território. No passado, a chegada dos trilhos das ferrovias transformou as paisagens do Paraná, permitindo que a riqueza do café e da madeira atravessasse o estado em direção aos portos, atraindo milhares de migrantes para fundar novas cidades. Com o tempo, o ritmo do progresso exigiu ainda mais velocidade, e as rodovias asfaltadas assumiram o papel principal. Ao substituir as antigas rotas de terra, as estradas modernas integraram as regiões Oeste e Sudoeste, acelerando o crescimento urbano e conectando o cotidiano de municípios como Santa Tereza do Oeste ao restante do país."
- A Era das Ferrovias: No século XIX e início do XX, as ferrovias foram fundamentais para o Paraná. Elas transportavam grandes cargas de café, erva-mate e madeira até o Porto de Paranaguá.
- Chegada de Moradores: As estações de trem viraram o coração das cidades antigas. Atraídos pelo transporte fácil e pelas terras, milhares de imigrantes e migrantes vieram morar no nosso estado.
- A Chegada do Asfalto (Rodovias): A partir de meados do século XX, o Brasil começou a priorizar a construção de rodovias. O asfalto substituiu os antigos caminhos de terra dos tropeiros.
- Velocidade e Integração: Os caminhões e carros trouxeram mais velocidade ao transporte de mercadorias agrícolas (como soja e milho) e integraram o interior às grandes capitais.
- Nossa Região: O crescimento de Santa Tereza do Oeste está ligado às rodovias (como a BR-277). Elas facilitam a saída da produção dos nossos agricultores e o deslocamento diário de pessoas para Cascavel e outras cidades polos. es e o deslocamento diário de pessoas para Cascavel e outras cidades polos.
Figura 1: A EVOLUÇÃO: DOS TRILHOS AO ASFALTO
1. Cronograma da Aula:
I. Desafio Inicial: "A Corrida da Soja"
- O professor inicia a aula lançando um cenário hipotético de desafio para os alunos do 4º ano: "Imagine que dois agricultores do passado colheram toneladas de grãos na nossa região. O Agricultor A colocou tudo em lombo de mulas para viajar por uma estradinha de terra e lama há 80 anos. O Agricultor B, nos dias de hoje, colocou a carga em um caminhão moderno na rodovia asfaltada. Quem vai chegar primeiro ao porto para vender o produto? Que problemas o Agricultor A pode enfrentar no caminho?"
- Após ouvir as respostas dos alunos (tempo de viagem, atoleiros, cansaço dos animais), o professor introduz o conflito histórico: "E se o trem não tivesse chegado ao Paraná antes do asfalto, o nosso estado teria conseguido crescer e receber tantas famílias?"
- Conceito: Compreender que a infraestrutura de transportes (trilhos e asfalto) determina o ritmo do comércio, do crescimento das cidades e da fixação da população no território.
II. Desenvolvimento
Conversa Histórica:
O professor explica a transição dos eixos de circulação paranaenses:
- A Revolução dos Trilhos: Explicar a importância histórica da Ferrovia Paranaguá-Curitiba e de outras linhas que rasgaram o estado. Mostrar como o trem reduziu o tempo de viagem de dias para horas, criando cidades inteiras ao redor das estações e trazendo os fluxos de migrantes.
- Salto para as Rodovias: Apresentar a mudança política e econômica que trocou o foco dos trens pelos caminhões. Detalhar o impacto do asfalto: estradas diretas, maior flexibilidade de rotas e o surgimento de postos de combustíveis e oficinas nas margens das estradas.
- A Janela Local (Santa Tereza do Oeste): Mostrar que o município se desenvolveu e emancipou-se economicamente impulsionado pela facilidade de acesso rodoviário. Discutir como a velocidade das estradas atuais permite que moradores locais trabalhem ou estudem em cidades vizinhas (como Cascavel) todos os dias, algo impossível na época das rotas de terra.
- Atividade Impressa:
III. Fechamento:
• Síntese: "Hoje nós descobrimos que as cidades do Paraná viajam na velocidade dos seus meios de transporte. Aprendemos que as ferrovias abriram as portas do nosso estado, carregando o café e trazendo os pioneiros. E vimos que, mais tarde, as rodovias asfaltadas deram asas ao comércio moderno. Santa Tereza do Oeste é filha desse progresso nas estradas. Quando olhamos os caminhões carregados passando pela nossa região, estamos vendo a história do trabalho e da integração do nosso povo acontecendo ao vivo!"
• Reflexão Final: "Se a rodovia que passa perto da nossa cidade ficasse fechada por uma semana inteira, o que aconteceria com os alimentos que produzimos aqui e com as coisas que precisamos comprar no supermercado?"
📜 COMPONENTE
CURRICULAR: GEOGRAFIA
TURMA: 4º ANO A – EF I
DATA: 16/09/2026 (Quarta-feira)
PLANO
DE AULA: Duas Paisagens, Um Alerta: Problemas Ambientais no Campo e na Cidade
"As ações humanas transformam as paisagens, mas quando essas modificações são feitas sem planejamento, geram graves impactos para o meio ambiente. Tanto o espaço rural quanto o espaço urbano sofrem com agressões à natureza que põem em risco a qualidade de vida. No campo, o desmatamento, o uso incorreto de agrotóxicos e a erosão destroem o solo e os rios. Na cidade, o lixo excessivo, a poluição do ar e o asfalto que impede a água de descer provocam enchentes. Compreender esses problemas ajuda o estudante do 4º ano a perceber a importância da sustentabilidade e a buscar soluções para proteger o município onde vive."
📝 PARA COPIAR DO QUADRO
Problemas
Ambientais: Os Desafios do Campo e da Cidade
- Impactos
no Campo: O espaço rural sofre quando a natureza não é
respeitada. Os principais problemas são:
- Uso
Incorreto de Agrotóxicos: Venenos agrícolas
que poluem a terra, as plantas e a água que bebemos.
- Desmatamento:
Derrubada de árvores que destrói as florestas e a casa dos animais.
- Erosão
e Assoreamento: A terra sem plantas "desmorona"
com a chuva (erosão) e vai parar no fundo dos rios, entupindo-os
(assoreamento).
- Impactos
na Cidade: O crescimento rápido do espaço urbano gera
problemas como:
- Lixo
e Poluição: Produção exagerada de lixo e falta de
saneamento básico (esgoto tratado). O ar também sofre com a fumaça de
carros e fábricas.
- Impermeabilização
do Solo: O asfalto e o concreto cobrem a terra e
impedem a água da chuva de ser sugada pelo chão, causando enchentes
urbanas perigosas.
- Cuidar
do Município: Campo e cidade precisam trabalhar juntos com
reciclagem, plantio de árvores e proteção dos nossos rios locais.
1. Cronograma da Aula:
I. Desafio Inicial: "O Diário do Rio Local"
• O professor inicia a aula propondo
uma contação de história rápida sobre um rio fictício que nasce no campo e
atravessa a cidade de Santa Tereza do Oeste: "Imagine que o nosso rio
local sabe falar. Na primeira página do diário, quando ele passa pela roça, ele
escreve: 'Socorro, estou com dor de barriga porque jogaram veneno na terra e a
chuva empurrou tudo para dentro de mim! Além disso, minhas margens estão
peladas sem árvores e estou cheio de lama no fundo'. Na segunda página, quando
ele chega na cidade, ele diz: 'Socorro, agora não consigo nem respirar de tanto
plástico e pneu que jogaram em mim, e a água da chuva vem com tudo por cima do
asfalto!' O que está acontecendo com a saúde do nosso rio nos dois pedaços do
município?"
• O professor abre espaço para
que os alunos do 4º ano identifiquem os culpados (agrotóxicos, desmatamento,
lixo e asfalto).
• Conceito: Compreender
que a poluição e os impactos ambientais mudam de formato, mas acontecem tanto
no campo quanto na cidade por falta de cuidado humano.
II. Desenvolvimento
Conversa Geográfica:
O professor detalha os problemas
estabelecendo as conexões de causa e efeito:
• O Raio-X do Campo:
Explicar o que é a erosão (buracos e rasgos na terra) e o assoreamento
(rios que ficam rasos por causa da terra que entra neles). Falar sobre a
importância do uso correto da tecnologia no manejo agrícola da nossa região
para evitar que os agrotóxicos matem os peixes e contaminem as nascentes.
• O Raio-X da Cidade:
Abordar a impermeabilização do solo — explicar que o asfalto funciona
como uma "capa de chuva" no chão da cidade, fazendo com que a água
corra rápido demais e cause enchentes nas partes mais baixas. Discutir o
destino do lixo e a necessidade de saneamento básico (água limpa e esgoto
coletado).
• A Teia das Soluções:
Mostrar que o 4º ano pode propor saídas práticas. Perguntar aos alunos o que
pode ser feito no campo (curvas de nível na terra, plantar árvores perto dos
rios) e na cidade (não jogar lixo na rua, criar calçadas ecológicas com grama,
fazer reciclagem).
·
Atividade
impressa:
III. Fechamento:
• Síntese: "Hoje
nós fomos fiscais da natureza do nosso município! Descobrimos que o campo sofre
com o desmatamento, agrotóxicos e rios entupidos de terra. Vimos também que a
cidade chora com o excesso de lixo, poluição e enchentes causadas pelo asfalto
que cobre o chão. Aprendemos que o meio ambiente é um só: se o rio morre
poluído no campo, a cidade também fica sem água limpa. Salvar o nosso planeta
começa cuidando com muito carinho de cada pedacinho de Santa Tereza do
Oeste!"
• Reflexão Final: "Qual desses problemas ambientais que estudamos hoje você já viu acontecendo de verdade no seu bairro, no centro da cidade ou quando viaja pelas estradas do interior do nosso município?"
