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O começo, o meio e o fim. Se quiser ter sucesso no mundo louco de hoje, você precisa mostrar sua personalidade, seu senso de humor e, acima de tudo, abrir seu coração.Eu não me furtaria a isso também: ANTONIO CARLOS MACEDO DOS SANTOS, licenciado em Educação Física, Pedagogia e especialista em Desenvolvimento Psicomotor, 68 anos, casado e feliz, alegre, otimista e pé no chão. Amo música, esportes, um bom livro, filmes, sou eclético nisso. Para saber mais sobre mim, navegue pelo meu blog, conheça minhas opiniões, paixões e descubra o que me inspira... e o que pode inspirar você também! Siga-me!

segunda-feira, 29 de junho de 2026

ATIVIDADES DA SEMANA DE 29 DE JUNHO À 3 DE JULHO

 


SEMANA DE 29 DE JUNHO À 3 DE JULHO DE 2026

 

29 DE JUNHO – SEGUNDA-FEIRA

 5º ANO

📜 COMPONENTE CURRICULAR: HISTÓRIA
TURMA: 5º ANO A – EF I
DATA:
29/06/2026 (Segunda-feira)
PLANO DE AULA: O surgimento da escrita e dos registros

 "O surgimento da escrita é um dos marcos mais importantes da história da humanidade. Ao passarem da escrita cuneiforme aos alfabetos fonéticos, os povos antigos responderam a necessidades práticas do cotidiano, como a contabilidade do comércio, a cobrança de impostos, a organização das leis e a preservação de suas memórias e crenças religiosas, transformando profundamente a organização social."

📝 PARA COPIAR DO QUADRO
                                 A Grande Invenção: Por que os Povos Criaram a Escrita?

  • A Necessidade de Registrar: Com o crescimento das primeiras cidades, os povos antigos precisavam controlar a quantidade de alimentos guardados, os impostos recolhidos e as mercadorias vendidas. A memória humana já não dava conta de tudo.


  • Escrita Cuneiforme: Criada pelos sumérios na Mesopotâmia, foi uma das primeiras escritas do mundo. Usava-se uma ferramenta em forma de cunha para gravar símbolos em placas de argila úmida, que depois eram secadas ao sol.


  • Hieróglifos Egípcios: Desenvolvida no Egito Antigo, era uma escrita sagrada baseada em desenhos e símbolos que representavam ideias e coisas. Era registrada em paredes de templos e no papiro.


  • A Invenção do Alfabeto: Mais tarde, povos como os fenícios inventaram o alfabeto, associando cada símbolo a um som da fala. Isso deixou a escrita muito mais simples, rápida e fácil de ser aprendida por outras culturas.


  • O Legado dos Registros: A escrita permitiu que as leis, as histórias, a literatura e a ciência fossem guardadas e transmitidas através do tempo. Graças a esses registros antigos, os historiadores conseguem hoje estudar o passado da humanidade.


 1. Cronograma da Aula:

    I. Desafio Inicial: "O Mundo sem Escrita"

·         O professor propõe um desafio prático de comunicação para a turma: "Imagine que nossa escola precisa organizar a contagem exata de todos os merendeiros, lápis e cadernos recebidos hoje, além de criar uma regra de convivência que dure cem anos, mas ninguém aqui pode falar e nem escrever uma única letra ou desenho. Como vocês resolveriam isso?". Após ouvir as dificuldades levantadas pelos alunos sobre depender apenas da memória, o professor faz a ponte com o crescimento das cidades mesopotâmicas e egípcias.

·         Pergunta: "Se as primeiras regras e contagens do mundo eram gravadas em pedras pesadas ou argila mole, de que forma a invenção de um alfabeto simples, com letras que representam sons, mudou o acesso à informação no passado?"

·         Conceito: Compreender a escrita como uma tecnologia social criada para solucionar problemas complexos de armazenamento de informação, controle econômico e comunicação.


       II. Desenvolvimento:

           Conversa Histórica:
           
O professor explica:

·         O contexto do surgimento da escrita na Mesopotâmia (Suméria) associado à necessidade de contabilizar o excedente agrícola e as trocas comerciais;

·         A técnica material da escrita cuneiforme (uso de estiletes de junco/cunhas sobre tabletes de argila fresca);

·         A escrita ideográfica e pictográfica (como os hieróglifos egípcios), onde símbolos representavam diretamente objetos ou ideias complexas;

·         A revolução do alfabeto fenício e a simplificação do sistema de escrita ao transformar símbolos visuais em fonemas (sons), servindo de base para o alfabeto grego, latino e o nosso português atual;

·         O papel político dos registros e o conceito de exclusão social: destacar que, na Antiguidade, a escrita era um privilégio guardado por poucos (como os escribas), tornando-se uma ferramenta de poder dos reis e governantes.


III. Fechamento:

  • Síntese: "Hoje descobrimos que a escrita nasceu da necessidade prática de organizar a vida coletiva nas grandes cidades da Antiguidade. Das marcas na argila cuneiforme até o alfabeto que usamos hoje em nossas folhas de caderno, a escrita permitiu que a humanidade vencesse o esquecimento. Registrar o que produzimos, o que pensamos e o que criamos como lei é o que mantém viva a história das civilizações antigas e do nosso próprio município."
  • Reflexão Final: "Se no passado a escrita era um segredo controlado apenas por poucos funcionários dos reis, qual é a importância das tecnologias modernas de hoje, como a internet e os computadores, estarem disponíveis para que todos possam ler, registrar e compartilhar suas ideias?"

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📜 COMPONENTE CURRICULAR: GEOGRAFIA
TURMA: 5º ANO A – EF I
DATA:
29/06/2026 (Segunda-feira)
PLANO DE AULA: O papel da tecnologia na integração das cidades

 "A modernização das redes de comunicação transformou a relação entre os espaços geográficos. Com o avanço da internet, dos bancos digitais e do e-commerce (comércio eletrônico), as barreiras de distância entre cidades de diferentes tamanhos foram reduzidas, permitindo que municípios menores tenham acesso instantâneo a produtos e serviços globais, alterando a dinâmica da rede urbana."


📝 PARA COPIAR DO QUADRO
                         Cidades Digitais: A Internet e o Comércio Eletrônico na Rede Urbana

  • Redes Invisíveis: Além das rodovias físicas, as cidades hoje estão conectadas por redes invisíveis de internet. Essa tecnologia permite a circulação de informações, dados e dinheiro em tempo real.


  • O Impacto do E-commerce: O e-commerce é o comércio eletrônico (compras pela internet). Hoje, um morador de uma cidade pequena pode comprar um produto de qualquer lugar do mundo e recebê-lo em casa.


  • Bancos Digitais e Serviços: A tecnologia digital transformou os serviços bancários. Pix, aplicativos de banco e pagamentos digitais interligam o comércio de diferentes cidades instantaneamente, sem a necessidade de dinheiro físico.


  • Diminuição das Distâncias: Antigamente, para conseguir produtos ou serviços específicos, era obrigatório viajar até uma grande metrópole. Hoje, a internet integra cidades de todos os tamanhos na mesma rede digital.


  • Mudança no Trabalho: Essa integração digital gera novas profissões, como entregadores, programadores e profissionais de logística, modificando o trânsito e o ritmo de vida nas cidades atuais.

1. Cronograma da Aula:

    I. Desafio Inicial: "A Loja que não tem Paredes":

·         O professor apresenta a seguinte situação para a turma: "Imaginem que vocês precisam comprar um livro ou um jogo muito específico que não existe em nenhuma loja física de Santa Tereza do Oeste e nem de Cascavel. Há trinta anos, nós ficaríamos sem o produto ou teríamos que esperar meses por uma viagem. Como nós resolvemos esse problema hoje em menos de cinco minutos usando o celular?". Após ouvir as respostas dos alunos sobre compras online, o professor introduz os conceitos de e-commerce e rede digital.

·         Pergunta: "Se a internet permite comprar coisas de São Paulo ou da China sem sair do nosso quarto, será que as cidades pequenas ainda precisam estar perto das cidades grandes para o comércio funcionar?"

Conceito:  Compreender a compressão do tempo e do espaço gerada pelas tecnologias de comunicação, percebendo a internet como um vetor de integração geográfica.


     II. Desenvolvimento:

        Conversa Geográfica:
       
O professor explica:

·         O conceito de e-commerce (comércio eletrônico) e como ele complementa o comércio físico tradicional das cidades;

·         O funcionamento dos bancos digitais e a velocidade das transações financeiras (como o Pix) na integração do mercado consumidor;

·         A infraestrutura invisível que sustenta essa rede: satélites, cabos de fibra óptica, antenas de transmissão e provedores de internet;

·         A contrapartida física do mundo digital: o papel das rodovias (como a BR-277), dos centros de distribuição e das empresas de entrega para que o produto virtual chegue até a casa do aluno;

·         Os desafios da exclusão digital: refletir sobre como as cidades ou bairros que não possuem boa conexão com a internet acabam ficando isolados desse fluxo econômico moderno.


    III. Fechamento :

·         Síntese: "Aprendemos hoje que a tecnologia e a internet criaram pontes digitais que conectam Santa Tereza do Oeste ao resto do mundo. Os bancos digitais e o e-commerce mudaram a nossa forma de consumir e reduzem o isolamento das pequenas cidades na rede urbana. No entanto, o mundo digital ainda depende do mundo físico: as mercadorias compradas na tela do celular continuam precisando de caminhões, rodovias e trabalhadores reais para chegar até nós."

·         Reflexão Final: "Vocês acham que o crescimento das compras pela internet vai fazer com que as lojas físicas do centro da nossa cidade fechem no futuro, ou elas vão se adaptar usando a tecnologia?"

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3º ANO

 📜 COMPONENTE CURRICULAR: HISTÓRIA

TURMA: 3º ANO A – EF I
DATA:
29/06/2026 (Segunda-feira)

PLANO DE AULA: "Atividade para recomposição de nota da avaliação”


 📝 PARA EXPLICAR AOS ALUNOS

      O professor entregará a atividade abaixo para os alunos. Em seguida ele explicará que a atividade se refere à aula anterior. Esta atividade será realizada em sala, com a leitura feita pelo professor e execução simultânea pelos alunos. Ao final a atividade será recolhida, corrigida e avaliada pelo professor, posteriormente serão devolvidas aos alunos. A finalidade desta atividade é, além do reforço na aprendizagem, auxiliar na recomposição das notas dos alunos que precisarem.




📜 COMPONENTE CURRICULAR: GEOGRAFIA

TURMA: 3º ANO A – EF I
DATA:
29/06/2026 (Terça-feira)
PLANO DE AULA: A vida na Cidade (Espaço Urbano)

"O espaço urbano possui uma dinâmica social e econômica própria que o diferencia do campo. Compreender as características fundamentais da cidade — como a infraestrutura de ruas asfaltadas, o trânsito de veículos, a alta concentração de moradias, os estabelecimentos comerciais e a oferta de serviços públicos — permite ao aluno reconhecer como a sociedade organiza o ambiente urbano para viver e trabalhar coletivamente."


 📝 PARA COPIAR DO QUADRO

                                 O Ritmo do Espaço Urbano: As Características da Cidade 

  • O Que é a Cidade? A cidade é o espaço urbano de um município. Ela é marcada por uma paisagem muito modificada pelo ser humano, onde as construções ficam próximas umas das outras. 


  • Grande Concentração: Nas cidades, há uma grande concentração de moradias (casas e prédios) e uma grande quantidade de pessoas circulando e vivendo no mesmo território. 


  • Infraestrutura Urbana: As cidades possuem ruas e avenidas asfaltadas, redes de iluminação pública, saneamento básico e eixos de trânsito com carros, ônibus e caminhões. 


  • Comércio e Serviços: É o lugar onde se concentram as lojas, os supermercados, os bancos, as farmácias e as feiras. Também reúne serviços importantes como escolas, hospitais e postos de saúde. 


  • Modo de Vida Urbano: A vida na cidade costuma ter um ritmo mais rápido. As pessoas dependem do comércio e dos serviços locais para realizar suas atividades e suprir suas necessidades diárias.



 1. Cronograma da Aula:

    I. Desafio Inicial: "Os Sons da Cidade"

·         O professor pede para os alunos fecharem os olhos por alguns segundos e imaginarem que estão caminhando bem no centro da cidade. Em seguida, pergunta: "Quais são os barulhos que nós escutamos na cidade que quase não existem no meio da mata ou do campo? Se um fotógrafo tirasse uma foto da janela da nossa escola, o que ele veria que prova que estamos no espaço urbano?". O professor memoriza as palavras-chave no quadro (buzina, asfalto, lojas, calçada, prédios).

·         Pergunta: "Por que as pessoas que moram na cidade precisam de tantas ruas conectadas e de tantos comércios juntos em comparação com quem mora em sítios isolados?"

·         Conceito: Despertar a percepção da paisagem cultural urbana a partir dos estímulos sensoriais e da infraestrutura física visível no cotidiano do aluno.


   II. Desenvolvimento:

      Conversa Geográfica:
      
O professor explica:

  • O conceito de espaço urbano a partir da alta densidade populacional e da proximidade das construções;
  • A importância do asfalto e do calçamento para o deslocamento seguro de pedestres e o trânsito de veículos e transporte coletivo;
  • O papel do comércio local na distribuição de produtos e mercadorias essenciais para a sobrevivência diária;
  • A concentração do setor de serviços (bancos, oficinas, escolas, postos de atendimento) que centraliza as funções administrativas do município;
  • Como o modo de vida urbano molda as rotinas de horários das pessoas (trabalho, comércio, tráfego nas horas de pico).

 III. Atividade impressa:

 

IV. Fechamento:

  • Síntese: "Hoje nós aprendemos que a cidade é um espaço geográfico vibrante e cheio de movimento. Ela se caracteriza por suas ruas asfaltadas, comércio variado, trânsito de veículos e uma grande concentração de casas e serviços públicos. Compreender o funcionamento do espaço urbano nos ajuda a entender como a nossa comunidade de Santa Tereza do Oeste se organiza para facilitar a vida, o trabalho e a convivência de todos os moradores."
  • Reflexão Final: "Se vocês pudessem escolher um serviço ou uma loja nova que ainda não tem na nossa cidade para construir na rua da sua casa, o que vocês escolheriam?"


 DIA 30 DE JUNHO DE 2026 – TERÇA-FEIRA

 2º ANOS A e B 

📜 COMPONENTE CURRICULAR: HISTÓRIA
TURMAS: 2º ANOS – EF I
DATA:
30/06/2026 (Terça-feira)
PLANO DE AULA: O trabalho e as tarefas em casa

 

"A rotina de uma moradia depende do esforço coletivo de seus moradores. Compreender a divisão de responsabilidades no ambiente doméstico e a importância da colaboração de cada membro permite ao aluno do 2º ano reconhecer o ambiente familiar como um espaço de cooperação, direitos e deveres, fortalecendo os laços de respeito e empatia na convivência diária."


📝 PARA COPIAR DO QUADRO
                                   Trabalho em Equipe: A Divisão de Tarefas na Nossa Casa

  • A Rotina da Casa: Para manter a nossa moradia limpa, organizada e agradável, existem muitos trabalhos que precisam ser feitos todos os dias, como cozinhar, lavar a louça, arrumar as camas e tirar o lixo.
  • Divisão de Responsabilidades: Antigamente, quase todo o trabalho de casa era feito por uma única pessoa. Hoje, sabemos que todos os membros que moram juntos na mesma casa devem dividir as tarefas de acordo com a sua idade.
  • A Colaboração das Crianças: Mesmo sendo pequenos, os alunos do 2º ano podem e devem colaborar no ambiente doméstico. Guardar os próprios brinquedos, organizar os sapatos, recolher os pratos da mesa e cuidar do material escolar são ótimas formas de ajudar.
  • Viver em Harmonia: Quando todos ajudam e colaboram um pouquinho, a casa fica mais organizada, os adultos não ficam tão cansados e sobra mais tempo livre para a família se divertir junta.
  • Respeito no Lar: Cooperar com as tarefas de casa é uma forma de demonstrar carinho, respeito e gratidão pelas pessoas que cuidam de nós.




1. Cronograma da Aula:

    I. Desafio Inicial: "A Casa Bagunçada":

  • O professor apresenta uma situação hipotética divertida para os estudantes: "Imaginem que na casa da nossa personagem Sofia, ninguém arruma a cama, ninguém lava os pratos e os brinquedos ficam todos jogados no meio da sala por uma semana inteira. O que aconteceria com essa casa? Como as pessoas se sentiriam vivendo nesse lugar?". Após ouvir as reações e risadas dos alunos, o professor faz o gancho com a realidade: "Para uma casa funcionar bem, ela precisa de uma equipe de trabalhadores. Quem faz parte da equipe da casa de vocês?".
  • Pergunta: "Se os adultos trabalham fora para garantir o sustento do lar, qual deve ser o papel das crianças na organização do espaço onde a família vive junta?"
  • Conceito: Despertar a noção de responsabilidade compartilhada e cidadania familiar a partir da observação das necessidades práticas do espaço doméstico.

    II. Desenvolvimento:
        Conversa Histórica:
       
O professor explica:

·       O conceito de divisão do trabalho no ambiente doméstico como uma necessidade para a manutenção da higiene e do bem-estar coletivo;

·       As transformações históricas nos papéis familiares: como a cooperação moderna substituiu a antiga sobrecarga exclusiva sobre as mulheres/mães;

·       A diferenciação entre tarefas perigosas (que apenas os adultos devem fazer, como mexer no fogão ou usar produtos químicos) e tarefas seguras de colaboração infantil (organização, zelo com os próprios pertences);

·       O impacto positivo da cooperação: a redução do cansaço dos responsáveis e o aumento do tempo de lazer em família;

·       O conceito de empatia no lar: perceber o trabalho alheio (como o ato de limpar o chão) e colaborar não sujando de propósito.


 III. Fechamento:

  • Síntese: "Hoje nós aprendemos que a nossa casa funciona como uma grande equipe de futebol, onde cada jogador tem a sua posição e a sua tarefa. Vimos que manter o lar limpo e organizado não é obrigação de uma pessoa só, mas sim de todos os que moram nele. Quando nós guardamos nossos brinquedos e cuidamos das nossas coisas aqui em Santa Tereza do Oeste, estamos ajudando a nossa família a viver em um ambiente muito mais feliz e harmonioso."
  • Reflexão Final: "Qual é a tarefa de casa que você já consegue fazer sozinho e que deixa os adultos da sua casa muito orgulhosos de você?"


📜 COMPONENTE CURRICULAR: GEOGRAFIA
TURMAS: 2º ANOS – EF I
DATA:
30/06/2026 (Terça-feira)
PLANO DE AULA: A rua e os cuidados com o trânsito

"A rua é um espaço público de circulação onde pedestres e veículos interagem diariamente. Compreender o papel do pedestre e adotar comportamentos seguros — como usar a faixa de segurança, caminhar corretamente pelas calçadas e manter a atenção absoluta ao atravessar a via — permite ao aluno do 2º ano desenvolver a autoproteção, a cidadania e a prevenção de acidentes no trânsito local."


📝 PARA COPIAR DO QUADRO
                               Segurança nas Ruas: O Papel do Pedestre no Trânsito

  • O Que é o Pedestre? Pedestre é toda pessoa que circula a pé pelas ruas e calçadas. No trânsito, o pedestre é a parte mais frágil e precisa de muita proteção e cuidado. 

  •        
  • Comportamento na Calçada: A calçada é o caminho seguro do pedestre. Devemos caminhar sempre longe do meio-fio, não correr perto dos carros e prestar atenção nas saídas de garagens.
  • A Faixa de Segurança: A faixa de pedestre (linhas brancas pintadas no chão) é o lugar correto e obrigatório para atravessar a rua. Ela avisa aos motoristas que ali as pessoas têm a preferência.



  • Atenção ao Atravessar: Antes de pisar na rua, devemos fazer o "Olhar Triplo": parar na calçada, olhar para a direita, olhar para a esquerda e olhar para a direita de novo. Só devemos atravessar quando todos os carros pararem totalmente. 


  • Cuidado com as Distrações: Não devemos atravessar a rua brincando, correndo ou olhando para telas de celulares. A nossa atenção salva vidas. 


 1. Cronograma da Aula:

    I. Desafio Inicial: "O Sinal de Vida":

·         O professor inicia a aula mostrando uma imagem de uma faixa de pedestres ou estendendo um pedaço de TNT com listras brancas no chão da sala. Ele lança um desafio: "Se vocês estivessem em uma calçada movimentada aqui no centro de Santa Tereza do Oeste e precisassem passar para o outro lado da rua com segurança, o que precisariam fazer primeiro? Qual é o sinal que o pedestre deve fazer com a mão para avisar os motoristas?". O professor ouve as respostas e demonstra a dinâmica do "Sinal de Vida" (braço estendido).

·         Pergunta: "Se as leis de trânsito servem para os carros e caminhões andarem organizados, por que os pedestres também precisam seguir regras rígidas quando estão andando a pé?"

Conceito: Desenvolver a percepção do trânsito como um sistema compartilhado e complexo que exige a corresponsabilidade do pedestre para garantir a segurança comum.


 II. Desenvolvimento:

    Conversa Geográfica:
   
O professor explica:

·         O conceito de pedestre e o mapeamento dos espaços adequados para a circulação a pé (calçadas e passarelas) em oposição ao leito viário (pistas de carros);

·         A função e a obrigatoriedade da faixa de segurança como o ponto de cruzamento protegido no espaço geográfico urbano;

·         O procedimento correto de travessia: parar antes do meio-fio, fazer contato visual com os motoristas, olhar para os dois lados e atravessar andando em linha reta (nunca correndo);

·         O significado das sinalizações luminosas: o semáforo de veículos e o semáforo de pedestres (boneco vermelho e verde);

·         Os riscos ocultos: o perigo das saídas de garagens de comércios e residências e os pontos cegos onde os motoristas não conseguem enxergar as crianças menores.


III. Fechamento:

  • Síntese: "Hoje nós aprendemos na nossa aula de Geografia que a rua é de todos, mas a calçada e a faixa de segurança pertencem ao pedestre. Vimos que ser um pedestre inteligente significa andar com atenção, respeitar as faixas brancas no chão e olhar muito bem para os dois lados antes de atravessar. Quando cuidamos do nosso comportamento nas ruas de Santa Tereza do Oeste, estamos protegendo a nossa vida e ajudando a construir um trânsito muito mais seguro para todos."
  • Reflexão Final: "Se você estivesse caminhando com um adulto distraído que tentasse atravessar a rua correndo fora da faixa, qual conselho de segurança que você aprendeu hoje você daria para ele?"

 DIA 1º DE JULHO DE 2026 – QUARTA-FEIRA

1º ANO - A 

📜 COMPONENTE CURRICULAR: HISTÓRIA
TURMA: 1º ANO A – EF I
DATA:
01/07/2026 (Quarta-feira)

PLANO DE AULA: "A história de uma comunidade também é feita pelas memórias guardadas na mente das pessoas. O resgate de lembranças, causos e costumes tradicionais transmitidos oralmente pelos familiares mais velhos permite ao aluno do 1º ano valorizar o patrimônio cultural imaterial de seu lar, compreender a passagem do tempo e fortalecer os laços de pertencimento e identidade familiar."


📝 PARA EXPLICAR NO QUADRO
                          Memórias no Lar: As Histórias e Costumes da Nossa Família

  • Contar Histórias: Os nossos familiares mais velhos, como os avós, tios e pais, guardam muitas lembranças em suas memórias sobre a época em que eles eram crianças pequenas.
  • O Que São Causos?: Causos são histórias engraçadas, curiosas ou assustadoras que as pessoas contam sobre coisas que aconteceu no passado. Eles nos ajudam a rir e aprender.
  • Costumes Tradicionais: São hábitos que passam de pais para filhos, como uma receita de bolo gostosa, uma cantiga de ninar, o jeito de comemorar festas ou o hábito de tomar chimarrão.
  • História Viva: Quando escutamos os mais velhos conversarem, nós estamos conhecendo uma história viva. Essas memórias não estão escritas nos livros, mas ficam guardadas no nosso coração.
  • Respeito e Carinho: Escutar com atenção os relatos e os conselhos dos idosos da nossa família é uma forma de demonstrar respeito, amor e valorizar as nossas origens.


 1. Cronograma da Aula:

    I. Desafio Inicial: "O Tempo no Fio da Voz":

·         O professor inicia a aula mudando o tom de voz para um tom mais suave, como quem vai contar um grande segredo, e diz: "Vou contar um segredo para vocês. Antigamente, quando os avós de vocês eram crianças em Santa Tereza do Oeste, não existia celular para gravar vídeos e nem internet para guardar fotos. Como vocês acham que eles faziam para que as histórias da infância deles não fossem esquecidas?". Após ouvir as hipóteses das crianças, o professor explica que eles usavam a ferramenta mais bonita do ser humano: a voz e a contação de histórias.

·         Pergunta: "Qual é a história engraçada ou o costume que os adultos da sua casa sempre contam para você de quando eles eram pequenos?"

·         Conceito: Compreender a oralidade como a primeira forma de registro e transmissão de conhecimento histórico da humanidade, partindo do afeto doméstico.


 II. Desenvolvimento:

    Conversa Histórica:
    O professor explica em linguagem simples, lúdica e acolhedora:

·         O conceito de tradição oral: o ato de passar ensinamentos, músicas e histórias "de boca em boca", de pais para filhos;

·         O que são "causos": narrativas populares que misturam fatos reais com um pouquinho de imaginação e humor;

·         A identificação de costumes tradicionais na culinária da nossa região (o churrasco de domingo, o pão caseiro, os doces tradicionais) e nos hábitos de convivência;

·         A importância dos idosos e dos parentes mais velhos como os grandes "baús de tesouros" da história da família e do município;

·         A valorização das diferentes culturas: explicar que cada família tem causos e costumes diferentes vindos de seus estados de origem e que todos eles enriquecem a nossa sala de aula.


 III. Fechamento:

·         Síntese: "Hoje nós descobrimos na nossa aula de História que as memórias da nossa família são relíquias preciosas. Aprendemos que escutar os causos e os costumes que nossos avós e pais contam é uma forma de viajar no tempo sem sair do lugar. Quando respeitamos as histórias dos mais velhos aqui em Santa Tereza do Oeste, mantemos viva a chama do passado e aprendemos a cuidar melhor do nosso presente."

·         Reflexão Final: "Hoje à noite, quando você chegar em casa, que tal pedir para o familiar mais velho te contar um causo curioso da infância dele para você trazer para a nossa próxima aula?"



📜 COMPONENTE CURRICULAR: GEOGRAFIA

TURMA: 1º ANO A – EF I
DATA: 01/07/2026 (Quarta-feira)
PLANO DE AULA: "O bairro é um espaço fundamental de vivência, trocas e cooperação mútua. Identificar os diferentes profissionais que atuam no comércio e nos serviços públicos do entorno — como o padeiro, o feirante, o motorista do ônibus e o carteiro — permite ao aluno do 1º ano compreender a importância do trabalho na organização do seu espaço vivido, valorizar os trabalhadores locais e perceber como eles ajudam a suprir as necessidades diárias de toda a comunidade."


📝 PARA EXPLICAR NO QUADRO
                          Quem Trabalha no Nosso Bairro? Os Profissionais da Comunidade

  • Trabalhadores do Bairro: Perto da nossa casa e da nossa escola, existem muitas pessoas que trabalham para atender às nossas necessidades diárias e deixar o bairro melhor.
  • O Padeiro: Trabalha na padaria fazendo os pães quentinhos, bolos e doces que nós comemos no café da manhã e da tarde.
  • O Feirante: Trabalha na feira ou no mercado vendendo frutas, verduras e legumes frescos colhidos do campo para cuidar da nossa saúde.
  • O Motorista de Ônibus: É o profissional que dirige com cuidado para transportar os moradores e os estudantes com segurança pelas ruas da cidade.
  • O Carteiro: Anda pelas calçadas ou usa uma moto para entregar as cartas, contas e as caixas com as encomendas na porta da nossa moradia.
  • União Importante: Todos os profissionais do bairro são essenciais. O trabalho deles faz a nossa comunidade funcionar com alegria e organização todos os dias.


1. Cronograma da Aula:

    I. Desafio Inicial: "A Rua Sem Trabalhadores" (15 min)

  • O professor propõe uma brincadeira de detetives com as crianças: "Fechem os olhos e pensem na rua da casa de vocês aqui em Santa Tereza do Oeste. Agora, imaginem que a padaria fechou porque não tem o padeiro, as cartas acumularam porque o carteiro não passou e o ônibus parou porque não tem motorista. Como ficaria a vida da nossa família no bairro?". Após ouvir as respostas agitadas das crianças sobre a dificuldade de viver assim, o professor conecta as ideias à importância dos profissionais comunitários.
  • Pergunta: "Se esses trabalhadores ajudam a nossa família todos os dias bem pertinho de nossa casa, qual é a melhor forma de tratá-los quando os encontramos na rua ou nas lojas do bairro?"
  • Conceito: Desenvolver o senso de comunidade, empatia e reconhecimento da utilidade social do trabalho a partir do cenário geográfico imediato do aluno de 6 anos.

II. Desenvolvimento:
    Conversa Geográfica:
    O professor explica em linguagem simples, lúdica e visual:

·       O conceito de bairro como um lugar de convivência e trocas de serviços essenciais entre vizinhos e trabalhadores;

·       A função e a rotina do padeiro (acordar de madrugada) e do feirante (organizar as barracas de alimentos);

·       O papel logístico e social do motorista de ônibus e do carteiro na locomoção de pessoas e na entrega de informações e produtos;

·       A identificação dos locais de trabalho do bairro: a padaria, a mercearia, a farmácia, a calçada e as vias públicas;

·       A importância do respeito mútuo e da gentileza (dizer "bom dia", "por favor" e "obrigado") para valorizar as pessoas que trabalham perto de nós no município.


 III. Fechamento:

  • Síntese: "Hoje nós aprendemos na nossa aula de Geografia que o nosso bairro é como uma grande engrenagem onde cada trabalhador faz a sua parte. Vimos que o padeiro, o feirante, o motorista e o carteiro trabalham duro para que a nossa comunidade de Santa Tereza do Oeste tenha comida saborosa, transporte seguro e entregas na porta de casa. Valorizar as profissões do bairro é uma atitude de cidadania e amor pelo lugar onde vivemos."
  • Reflexão Final: "Qual é o trabalhador do bairro que você ou seus pais sempre encontram e cumprimentam com um sorriso quando saem para caminhar na rua?"

4º ANO – A

📜 COMPONENTE CURRICULAR: HISTÓRIA
TURMA: 4º ANO A – EF I

DATA: 01/07/2026 (Quarta-feira)

PLANO DE AULA: "O surgimento do comércio e a necessidade de transportar mercadorias criaram as primeiras grandes rotas de fluxo no espaço geográfico. Compreender como os produtos circulavam no passado e de que forma os pontos de parada e as feiras geravam vilas e povoados permite ao aluno do 4º ano estabelecer conexões históricas diretas com a formação do território paranaense e o próprio surgimento de Santa Tereza do Oeste ao longo dos caminhos regionais."


📝 PARA COPIAR DO QUADRO
                Rotas de Fluxo: O Comércio e o Nascimento de Cidades no Passado

  • A Circulação de Mercadorias: No passado colonial e imperial, o transporte de mercadorias era lento e difícil. Os produtos circulavam por duas rotas principais: as fluviais (pelos rios, com os barcos das monções) e as terrestres (por trilhas, com os cavalos e mulas dos tropeiros).
  • As Feiras e os Pousos: Como as viagens demoravam muitos dias ou semanas, os comerciantes precisavam de pontos de parada para descansar, alimentar os animais e proteger as mercadorias. Nesses locais de descanso (pousos), começaram a surgir feiras livres para a troca e venda de produtos.
  • O Surgimento de Vilas e Cidades: Onde havia uma feira ou um pouso movimentado, pessoas começavam a morar perto para vender comida, ferramentas e ferraduras para os viajantes. Com o tempo, esses eixos de comércio faziam as pequenas vilas crescerem até virarem cidades atuais.
  • A Conexão com Santa Tereza do Oeste: O nosso município também nasceu do fluxo de caminhos e comércios. Antes de ser uma cidade independente em 1989, a nossa região cresceu devido ao movimento de desbravadores, agricultores e pioneiros que utilizavam os eixos de transporte e as estradas da Região Oeste para escoar a produção e fazer comércio.

Imagem gerada por IA. 


 1. Cronograma da Aula:

    I. Desafio Inicial: "Onde o Viajante Dorme?" (15 min)

·         O professor apresenta a seguinte situação para os alunos: "Imaginem que vocês são comerciantes de tecidos e ferramentas há duzentos anos e precisam levar suas mercadorias do sul do país até uma feira distante. Vocês estão viajando a cavalo por estradas de terra e a noite chega no meio de uma mata. O que vocês precisam encontrar para passar a noite? O que acontece se muitos viajantes decidirem parar sempre no mesmo lugar para descansar?". O professor ouve as hipóteses e as conecta ao surgimento dos pousos e das feiras comerciais.

·         Pergunta: "Se as cidades do passado nasciam nos pontos onde os comerciantes paravam para descansar, como a circulação de carros, caminhões e pioneiros influenciou o surgimento da nossa cidade de Santa Tereza do Oeste?"

·        Conceito: Compreender a importância dos eixos de circulação e do comércio como fatores geradores de centralidades urbanas e fixação populacional.


II. Desenvolvimento:
    Conversa Histórica:
    O professor explica:

·         A logística das viagens comerciais no período colonial e imperial brasileiro, contrastando a velocidade dos fluxos antigos com a atualidade;

·         O conceito de "pouso de tropeiros" e as feiras periódicas como espaços de sociabilidade, troca cultural e comércio de excedentes;

·         O processo geográfico e histórico de transformação de uma rota de passagem em um povoamento estável (a evolução de pouso para vila);

·         A contextualização com a Região Oeste do Paraná: a abertura de estradas, a vinda de frentes colonizadoras agrícolas e o comércio de madeira e erva-mate que atraíram os primeiros moradores;

·         A história local de Santa Tereza do Oeste: como o fluxo de pessoas e pequenos comércios à beira das estradas de ligação regional deu sustentação para que a antiga vila ganhasse força econômica, identidade e alcançasse a sua emancipação em 12 de junho de 1989.


 III. Fechamento:

·         Síntese: "Hoje nós aprendemos que os caminhos do comércio têm o poder de desenho o mapa de um país. Vimos que as cidades antigas nasceram onde os viajantes paravam para fazer feiras e descansar. Santa Tereza do Oeste também faz parte dessa história: nossa cidade é fruto do movimento de pessoas corajosas que usaram os fluxos de transporte para trabalhar, comerciar e transformar a nossa antiga vila no município forte e independente que temos hoje."

·         Reflexão Final: "Pensando nas lojas e comércios que existem hoje em Santa Tereza do Oeste, quais deles vocês acham que seriam os mais importantes para um viajante do passado que estivesse passando pela nossa cidade?"


 📜 COMPONENTE CURRICULAR: GEOGRAFIA

TURMA: 4º ANO A – EF I
DATA: 01/07/2026 (Quarta-feira)
PLANO DE AULA: "Os alimentos que consumimos diariamente passam por um longo percurso antes de chegar às nossas mesas. Analisar o trajeto de um produto agrícola — como o leite ou o trigo — desde a sua produção no campo, passando pela transformação na indústria e pelo transporte rodoviário, até a comercialização nos supermercados da cidade, permite ao aluno do 4º ano compreender o conceito de cadeia produtiva e a interdependência econômica entre o espaço rural e o urbano."


📝 PARA COPIAR DO QUADRO
                     De onde vem o que comemos? O Caminho das Cadeias Produtivas

·         O Que é Cadeia Produtiva? É o caminho completo que um produto faz desde o momento em que é plantado ou criado no campo até chegar aos consumidores finais na cidade.

·         As Etapas do Caminho (Exemplo do Leite):

1.    Produção (Campo): O leite é tirado das vacas em sítios ou fazendas da zona rural. Ele é guardado em resfriadores para não estragar.

2.    Transporte Inicial: Caminhões-tanque coletam o leite nas propriedades e viajam pelas estradas e rodovias.

3.    Transformação (Indústria): O leite chega à fábrica (laticínio), onde é pasteurizado (limpo), embalado em caixinhas ou transformado em queijo e iogurte.

4.    Distribuição e Comércio (Cidade): O produto industrializado é levado para os supermercados, panificadoras e lojas da zona urbana.

5.    Consumo: As famílias compram o alimento para consumir em suas casas.

·         A Força do Nosso Município: Em Santa Tereza do Oeste, a produção de leite e grãos (como milho, soja e trigo) no campo é muito forte. Isso mostra que a nossa zona rural trabalha duro para abastecer o comércio local e as indústrias da nossa região.

·         Interdependência: Esse caminho prova que o campo e a cidade precisam trabalhar juntos. O campo produz a matéria-prima e a cidade transforma, distribui e consome.


 




 1. Cronograma da Aula:

    I. Desafio Inicial: "A Caixinha de Leite Misteriosa" (15 min)

·         O professor traz para a sala de aula uma caixinha vazia de leite longa vida (or uma embalagem de farinha de trigo) e lança um desafio de investigação: "Quando nós compramos essa caixinha no mercado do centro de Santa Tereza do Oeste, ela já estava pronta na prateleira. Mas qual foi o ponto de partida real desse alimento? Quantas pessoas e máquinas trabalharam para que esse leite saísse de um animal no pasto e coubesse perfeitamente nessa caixinha quadrada?". O professor recolhe os palpites e monta as etapas básicas na lousa.

·         Pergunta: "Se as estradas rurais do nosso município ficassem bloqueadas por causa de uma chuva forte e nenhum caminhão conseguisse passar, o que aconteceria com as fábricas e com as prateleiras dos supermercados na cidade?"

·         Conceito: Desenvolver o pensamento sistêmico do aluno, estimulando a percepção de que o consumo urbano está diretamente conectado à infraestrutura e ao trabalho do setor primário.


 II. Desenvolvimento:

    Conversa Geográfica:
    O professor explica:

·         O conceito técnico de cadeia produtiva e o significado de matéria-prima (o produto bruto retirado da natureza);

·         A primeira etapa da cadeia: o trabalho do produtor rural e o uso de tecnologias no campo (ordenha mecânica, resfriadores, tratores);

·         O papel essencial do setor de transportes na circulação de cargas perecíveis através das redes rodoviárias regionais;

·         O processo industrial do setor secundário: transformação da matéria-prima, controle de qualidade, embalagem e rotulagem;

·         A etapa comercial e do setor de serviços na cidade: abastecimento dos mercados, geração de empregos no comércio e escolha do consumidor;

·         A interdependência territorial: debater como a economia de Santa Tereza do Oeste se beneficia dessa engrenagem viva que une pequenos sítios às grandes redes de comércio.


III. Fechamento:

  • Síntese: "Hoje nós descobrimos na nossa aula de Geografia que os alimentos realizam uma verdadeira viagem antes de chegar ao nosso prato. Aprendemos que o leite e o trigo dependem do trabalho do agricultor no campo, da tecnologia do motorista e do caminhão nas estradas, do operário na fábrica e do atendente no supermercado. Entender o caminho dos alimentos nos ensina a valorizar o trabalho do homem do campo e a respeitar a forte união que existe entre a zona rural e a zona urbana do nosso município."
  • Reflexão Final: "Agora que você conhece todo o trabalho que dá para produzir um alimento desde o campo até a cidade, que atitude nós devemos ter na hora do lanche para valorizar essa grande cadeia de trabalhadores?"