DIA 30 DE JUNHO DE 2026 – TERÇA-FEIRA
2º ANOS A e B
📜 COMPONENTE
CURRICULAR: HISTÓRIA
TURMAS: 2º ANOS – EF I
DATA: 30/06/2026 (Terça-feira)
PLANO DE AULA: O trabalho e as tarefas em casa
"A
rotina de uma moradia depende do esforço coletivo de seus moradores.
Compreender a divisão de responsabilidades no ambiente doméstico e a
importância da colaboração de cada membro permite ao aluno do 2º ano reconhecer
o ambiente familiar como um espaço de cooperação, direitos e deveres,
fortalecendo os laços de respeito e empatia na convivência diária."
📝 PARA COPIAR DO QUADRO
Trabalho
em Equipe: A Divisão de Tarefas na Nossa Casa
- A Rotina da Casa: Para manter a nossa moradia limpa, organizada
e agradável, existem muitos trabalhos que precisam ser feitos todos os
dias, como cozinhar, lavar a louça, arrumar as camas e tirar o lixo.
- Divisão de Responsabilidades: Antigamente, quase todo o trabalho de casa era
feito por uma única pessoa. Hoje, sabemos que todos os membros que moram
juntos na mesma casa devem dividir as tarefas de acordo com a sua idade.
- A Colaboração das Crianças: Mesmo sendo pequenos, os alunos do 2º ano
podem e devem colaborar no ambiente doméstico. Guardar os próprios
brinquedos, organizar os sapatos, recolher os pratos da mesa e cuidar do
material escolar são ótimas formas de ajudar.
- Viver em Harmonia: Quando todos ajudam e colaboram um pouquinho,
a casa fica mais organizada, os adultos não ficam tão cansados e sobra
mais tempo livre para a família se divertir junta.
- Respeito no Lar: Cooperar com as tarefas de casa é uma forma de
demonstrar carinho, respeito e gratidão pelas pessoas que cuidam de nós.

1. Cronograma da Aula:
I. Desafio Inicial: "A Casa
Bagunçada":
- O professor apresenta uma situação hipotética
divertida para os estudantes: "Imaginem que na casa da nossa
personagem Sofia, ninguém arruma a cama, ninguém lava os pratos e os
brinquedos ficam todos jogados no meio da sala por uma semana inteira. O
que aconteceria com essa casa? Como as pessoas se sentiriam vivendo nesse
lugar?". Após ouvir as reações e risadas dos alunos, o professor
faz o gancho com a realidade: "Para uma casa funcionar bem, ela
precisa de uma equipe de trabalhadores. Quem faz parte da equipe da casa
de vocês?".
- Pergunta: "Se os adultos trabalham fora para garantir
o sustento do lar, qual deve ser o papel das crianças na organização do
espaço onde a família vive junta?"
- Conceito: Despertar a noção de responsabilidade compartilhada
e cidadania familiar a partir da observação das necessidades práticas do
espaço doméstico.
II. Desenvolvimento:
Conversa Histórica:
O
professor explica:
· O conceito de divisão do trabalho no ambiente doméstico como
uma necessidade para a manutenção da higiene e do bem-estar coletivo;
· As transformações históricas nos papéis familiares: como a cooperação moderna substituiu a antiga sobrecarga exclusiva
sobre as mulheres/mães;
· A diferenciação entre tarefas perigosas (que apenas os adultos devem fazer, como mexer no fogão ou usar
produtos químicos) e tarefas seguras de colaboração infantil
(organização, zelo com os próprios pertences);
· O impacto positivo da cooperação: a redução do cansaço dos responsáveis
e o aumento do tempo de lazer em família;
· O conceito de empatia no lar: perceber o trabalho alheio
(como o ato de limpar o chão) e colaborar não sujando de propósito.
III. Fechamento:
- Síntese: "Hoje nós aprendemos que a nossa casa funciona como uma grande
equipe de futebol, onde cada jogador tem a sua posição e a sua tarefa.
Vimos que manter o lar limpo e organizado não é obrigação de uma pessoa
só, mas sim de todos os que moram nele. Quando nós guardamos nossos
brinquedos e cuidamos das nossas coisas aqui em Santa Tereza do Oeste,
estamos ajudando a nossa família a viver em um ambiente muito mais feliz e
harmonioso."
- Reflexão Final: "Qual
é a tarefa de casa que você já consegue fazer sozinho e que deixa os
adultos da sua casa muito orgulhosos de você?"
📜 COMPONENTE CURRICULAR: GEOGRAFIA
TURMAS: 2º ANOS – EF I
DATA: 30/06/2026 (Terça-feira)
PLANO DE AULA: A rua e os cuidados com o
trânsito
"A
rua é um espaço público de circulação onde pedestres e veículos interagem
diariamente. Compreender o papel do pedestre e adotar comportamentos seguros —
como usar a faixa de segurança, caminhar corretamente pelas calçadas e manter a
atenção absoluta ao atravessar a via — permite ao aluno do 2º ano desenvolver a
autoproteção, a cidadania e a prevenção de acidentes no trânsito local."
📝 PARA COPIAR DO QUADRO
Segurança
nas Ruas: O Papel do Pedestre no Trânsito
- O
Que é o Pedestre? Pedestre é toda pessoa que circula a pé
pelas ruas e calçadas. No trânsito, o pedestre é a parte mais frágil e
precisa de muita proteção e cuidado.
- Comportamento
na Calçada: A calçada é o caminho seguro do pedestre.
Devemos caminhar sempre longe do meio-fio, não correr perto dos carros e prestar
atenção nas saídas de garagens.
- A
Faixa de Segurança: A faixa de pedestre (linhas brancas
pintadas no chão) é o lugar correto e obrigatório para atravessar a rua.
Ela avisa aos motoristas que ali as pessoas têm a preferência.
- Atenção
ao Atravessar: Antes de pisar na rua, devemos fazer o "Olhar
Triplo": parar na calçada, olhar para a direita, olhar para a
esquerda e olhar para a direita de novo. Só devemos atravessar quando
todos os carros pararem totalmente.
- Cuidado
com as Distrações: Não devemos atravessar a rua brincando,
correndo ou olhando para telas de celulares. A nossa atenção salva vidas.
1. Cronograma da Aula:
I. Desafio Inicial: "O Sinal de
Vida":
·
O professor inicia a aula
mostrando uma imagem de uma faixa de pedestres ou estendendo um pedaço de TNT
com listras brancas no chão da sala. Ele lança um desafio: "Se vocês
estivessem em uma calçada movimentada aqui no centro de Santa Tereza do Oeste e
precisassem passar para o outro lado da rua com segurança, o que precisariam
fazer primeiro? Qual é o sinal que o pedestre deve fazer com a mão para avisar
os motoristas?". O professor ouve as respostas e demonstra a dinâmica
do "Sinal de Vida" (braço estendido).
·
Pergunta: "Se as
leis de trânsito servem para os carros e caminhões andarem organizados, por que
os pedestres também precisam seguir regras rígidas quando estão andando a
pé?"
Conceito: Desenvolver a percepção do trânsito como um sistema
compartilhado e complexo que exige a corresponsabilidade do pedestre para
garantir a segurança comum.
II.
Desenvolvimento:
Conversa Geográfica:
O professor explica:
·
O conceito de pedestre e o mapeamento dos espaços adequados para a circulação
a pé (calçadas e passarelas) em oposição ao leito viário (pistas de carros);
·
A função e a obrigatoriedade da faixa de segurança como o ponto de
cruzamento protegido no espaço geográfico urbano;
·
O procedimento correto de travessia: parar antes do meio-fio, fazer
contato visual com os motoristas, olhar para os dois lados e atravessar andando
em linha reta (nunca correndo);
·
O significado das sinalizações luminosas: o semáforo de veículos e o
semáforo de pedestres (boneco vermelho e verde);
·
Os riscos ocultos: o perigo das saídas de garagens de comércios e
residências e os pontos cegos onde os motoristas não conseguem enxergar as
crianças menores.
III.
Fechamento:
- Síntese:
"Hoje nós aprendemos na nossa aula
de Geografia que a rua é de todos, mas a calçada e a faixa de segurança
pertencem ao pedestre. Vimos que ser um pedestre inteligente significa
andar com atenção, respeitar as faixas brancas no chão e olhar muito bem
para os dois lados antes de atravessar. Quando cuidamos do nosso comportamento
nas ruas de Santa Tereza do Oeste, estamos protegendo a nossa vida e
ajudando a construir um trânsito muito mais seguro para todos."
- Reflexão
Final: "Se
você estivesse caminhando com um adulto distraído que tentasse atravessar
a rua correndo fora da faixa, qual conselho de segurança que você aprendeu
hoje você daria para ele?"
DIA 1º DE JULHO DE 2026 – QUARTA-FEIRA
1º ANO - A
📜 COMPONENTE CURRICULAR: HISTÓRIA
TURMA: 1º ANO A – EF I
DATA: 01/07/2026 (Quarta-feira)
PLANO DE AULA: "A história de uma comunidade também é feita pelas memórias
guardadas na mente das pessoas. O resgate de lembranças, causos e costumes
tradicionais transmitidos oralmente pelos familiares mais velhos permite ao
aluno do 1º ano valorizar o patrimônio cultural imaterial de seu lar,
compreender a passagem do tempo e fortalecer os laços de pertencimento e
identidade familiar."
📝 PARA EXPLICAR NO QUADRO
Memórias no
Lar: As Histórias e Costumes da Nossa Família
- Contar
Histórias: Os nossos familiares mais velhos, como os
avós, tios e pais, guardam muitas lembranças em suas memórias sobre a
época em que eles eram crianças pequenas.
- O
Que São Causos?: Causos são histórias engraçadas, curiosas ou
assustadoras que as pessoas contam sobre coisas que aconteceu no passado.
Eles nos ajudam a rir e aprender.
- Costumes
Tradicionais: São hábitos que passam de pais para filhos,
como uma receita de bolo gostosa, uma cantiga de ninar, o jeito de
comemorar festas ou o hábito de tomar chimarrão.
- História
Viva: Quando escutamos os mais velhos conversarem,
nós estamos conhecendo uma história viva. Essas memórias não estão
escritas nos livros, mas ficam guardadas no nosso coração.
- Respeito
e Carinho: Escutar com atenção os relatos e os conselhos
dos idosos da nossa família é uma forma de demonstrar respeito, amor e
valorizar as nossas origens.
1.
Cronograma da Aula:
I. Desafio Inicial: "O Tempo no Fio da
Voz":
·
O professor inicia a aula mudando o tom de voz para um tom mais suave,
como quem vai contar um grande segredo, e diz: "Vou contar um segredo
para vocês. Antigamente, quando os avós de vocês eram crianças em Santa Tereza
do Oeste, não existia celular para gravar vídeos e nem internet para guardar
fotos. Como vocês acham que eles faziam para que as histórias da infância deles
não fossem esquecidas?". Após ouvir as hipóteses das crianças, o
professor explica que eles usavam a ferramenta mais bonita do ser humano: a voz
e a contação de histórias.
·
Pergunta: "Qual é a história
engraçada ou o costume que os adultos da sua casa sempre contam para você de
quando eles eram pequenos?"
·
Conceito: Compreender a oralidade como a primeira forma de registro
e transmissão de conhecimento histórico da humanidade, partindo do afeto
doméstico.
II.
Desenvolvimento:
Conversa Histórica:
O professor explica em linguagem
simples, lúdica e acolhedora:
·
O conceito de tradição oral: o ato de passar ensinamentos, músicas e
histórias "de boca em boca", de pais para filhos;
·
O que são "causos": narrativas populares que misturam fatos
reais com um pouquinho de imaginação e humor;
·
A identificação de costumes tradicionais na culinária da nossa região (o
churrasco de domingo, o pão caseiro, os doces tradicionais) e nos hábitos de
convivência;
·
A importância dos idosos e dos parentes mais velhos como os grandes
"baús de tesouros" da história da família e do município;
·
A valorização das diferentes culturas: explicar que cada família tem
causos e costumes diferentes vindos de seus estados de origem e que todos eles
enriquecem a nossa sala de aula.
III.
Fechamento:
·
Síntese: "Hoje nós descobrimos
na nossa aula de História que as memórias da nossa família são relíquias
preciosas. Aprendemos que escutar os causos e os costumes que nossos avós e
pais contam é uma forma de viajar no tempo sem sair do lugar. Quando
respeitamos as histórias dos mais velhos aqui em Santa Tereza do Oeste,
mantemos viva a chama do passado e aprendemos a cuidar melhor do nosso
presente."
·
Reflexão Final: "Hoje à noite, quando você chegar em casa, que tal
pedir para o familiar mais velho te contar um causo curioso da infância dele
para você trazer para a nossa próxima aula?"
📜 COMPONENTE CURRICULAR: GEOGRAFIA
TURMA: 1º ANO A – EF I
DATA: 01/07/2026 (Quarta-feira)
PLANO DE
AULA: "O bairro é um espaço
fundamental de vivência, trocas e cooperação mútua. Identificar os diferentes
profissionais que atuam no comércio e nos serviços públicos do entorno — como o
padeiro, o feirante, o motorista do ônibus e o carteiro — permite ao aluno do
1º ano compreender a importância do trabalho na organização do seu espaço
vivido, valorizar os trabalhadores locais e perceber como eles ajudam a suprir
as necessidades diárias de toda a comunidade."
📝 PARA EXPLICAR NO QUADRO
Quem
Trabalha no Nosso Bairro? Os Profissionais da Comunidade
- Trabalhadores do Bairro: Perto da nossa casa e da nossa escola,
existem muitas pessoas que trabalham para atender às nossas necessidades
diárias e deixar o bairro melhor.
- O Padeiro: Trabalha na padaria fazendo os pães
quentinhos, bolos e doces que nós comemos no café da manhã e da tarde.
- O Feirante: Trabalha na feira ou no mercado
vendendo frutas, verduras e legumes frescos colhidos do campo para cuidar
da nossa saúde.
- O Motorista de Ônibus: É o profissional que dirige com cuidado
para transportar os moradores e os estudantes com segurança pelas ruas da
cidade.
- O Carteiro: Anda pelas calçadas ou usa uma moto
para entregar as cartas, contas e as caixas com as encomendas na porta da
nossa moradia.
- União Importante: Todos os profissionais do bairro são
essenciais. O trabalho deles faz a nossa comunidade funcionar com alegria
e organização todos os dias.
1. Cronograma da Aula:
I. Desafio Inicial: "A Rua Sem
Trabalhadores" (15 min)
- O professor propõe uma
brincadeira de detetives com as crianças: "Fechem os olhos e pensem
na rua da casa de vocês aqui em Santa Tereza do Oeste. Agora, imaginem que
a padaria fechou porque não tem o padeiro, as cartas acumularam porque o
carteiro não passou e o ônibus parou porque não tem motorista. Como ficaria
a vida da nossa família no bairro?". Após ouvir as respostas agitadas
das crianças sobre a dificuldade de viver assim, o professor conecta as
ideias à importância dos profissionais comunitários.
- Pergunta:
"Se esses trabalhadores ajudam a nossa família todos os dias bem
pertinho de nossa casa, qual é a melhor forma de tratá-los quando os
encontramos na rua ou nas lojas do bairro?"
- Conceito:
Desenvolver o senso de comunidade, empatia e reconhecimento da utilidade
social do trabalho a partir do cenário geográfico imediato do aluno de 6
anos.
II.
Desenvolvimento:
Conversa Geográfica:
O professor explica em linguagem
simples, lúdica e visual:
· O
conceito de bairro como um lugar de convivência e trocas de serviços essenciais
entre vizinhos e trabalhadores;
· A função
e a rotina do padeiro (acordar de madrugada) e do feirante (organizar as
barracas de alimentos);
· O papel
logístico e social do motorista de ônibus e do carteiro na locomoção de pessoas
e na entrega de informações e produtos;
· A
identificação dos locais de trabalho do bairro: a padaria, a mercearia, a
farmácia, a calçada e as vias públicas;
· A
importância do respeito mútuo e da gentileza (dizer "bom dia",
"por favor" e "obrigado") para valorizar as pessoas que
trabalham perto de nós no município.
III.
Fechamento:
- Síntese:
"Hoje nós aprendemos na nossa aula de Geografia que o nosso bairro é
como uma grande engrenagem onde cada trabalhador faz a sua parte. Vimos
que o padeiro, o feirante, o motorista e o carteiro trabalham duro para
que a nossa comunidade de Santa Tereza do Oeste tenha comida saborosa,
transporte seguro e entregas na porta de casa. Valorizar as profissões do
bairro é uma atitude de cidadania e amor pelo lugar onde vivemos."
- Reflexão
Final: "Qual é o trabalhador do bairro que você ou
seus pais sempre encontram e cumprimentam com um sorriso quando saem para
caminhar na rua?"
4º ANO – A
📜 COMPONENTE CURRICULAR: HISTÓRIA
TURMA: 4º ANO A – EF I
DATA: 01/07/2026
(Quarta-feira)
PLANO DE
AULA: "O surgimento do
comércio e a necessidade de transportar mercadorias criaram as primeiras
grandes rotas de fluxo no espaço geográfico. Compreender como os produtos
circulavam no passado e de que forma os pontos de parada e as feiras geravam vilas
e povoados permite ao aluno do 4º ano estabelecer conexões históricas diretas
com a formação do território paranaense e o próprio surgimento de Santa Tereza
do Oeste ao longo dos caminhos regionais."
📝 PARA COPIAR DO QUADRO
Rotas de Fluxo: O
Comércio e o Nascimento de Cidades no Passado
- A
Circulação de Mercadorias: No passado colonial e
imperial, o transporte de mercadorias era lento e difícil. Os produtos
circulavam por duas rotas principais: as fluviais (pelos rios, com os
barcos das monções) e as terrestres (por trilhas, com os cavalos e mulas
dos tropeiros).
- As
Feiras e os Pousos: Como as viagens demoravam muitos dias
ou semanas, os comerciantes precisavam de pontos de parada para descansar,
alimentar os animais e proteger as mercadorias. Nesses locais de descanso
(pousos), começaram a surgir feiras livres para a troca e venda de
produtos.
- O
Surgimento de Vilas e Cidades: Onde havia uma feira
ou um pouso movimentado, pessoas começavam a morar perto para vender
comida, ferramentas e ferraduras para os viajantes. Com o tempo, esses
eixos de comércio faziam as pequenas vilas crescerem até virarem cidades
atuais.
- A
Conexão com Santa Tereza do Oeste: O nosso município
também nasceu do fluxo de caminhos e comércios. Antes de ser uma cidade
independente em 1989, a nossa região cresceu devido ao movimento de
desbravadores, agricultores e pioneiros que utilizavam os eixos de
transporte e as estradas da Região Oeste para escoar a produção e fazer
comércio.

Imagem gerada
por IA.
1. Cronograma da Aula:
I. Desafio Inicial: "Onde o Viajante
Dorme?" (15 min)
·
O professor apresenta a seguinte situação para os alunos: "Imaginem
que vocês são comerciantes de tecidos e ferramentas há duzentos anos e precisam
levar suas mercadorias do sul do país até uma feira distante. Vocês estão
viajando a cavalo por estradas de terra e a noite chega no meio de uma mata. O
que vocês precisam encontrar para passar a noite? O que acontece se muitos
viajantes decidirem parar sempre no mesmo lugar para descansar?". O
professor ouve as hipóteses e as conecta ao surgimento dos pousos e das feiras
comerciais.
·
Pergunta: "Se as cidades do
passado nasciam nos pontos onde os comerciantes paravam para descansar, como a
circulação de carros, caminhões e pioneiros influenciou o surgimento da nossa
cidade de Santa Tereza do Oeste?"
· Conceito: Compreender a importância
dos eixos de circulação e do comércio como fatores geradores de centralidades
urbanas e fixação populacional.
II.
Desenvolvimento:
Conversa Histórica:
O professor explica:
·
A logística das viagens comerciais no período colonial e imperial brasileiro,
contrastando a velocidade dos fluxos antigos com a atualidade;
·
O conceito de "pouso de tropeiros" e as feiras periódicas como
espaços de sociabilidade, troca cultural e comércio de excedentes;
·
O processo geográfico e histórico de transformação de uma rota de
passagem em um povoamento estável (a evolução de pouso para vila);
·
A contextualização com a Região Oeste do Paraná: a abertura de estradas,
a vinda de frentes colonizadoras agrícolas e o comércio de madeira e erva-mate
que atraíram os primeiros moradores;
·
A história local de Santa Tereza do Oeste: como o fluxo de pessoas e
pequenos comércios à beira das estradas de ligação regional deu sustentação
para que a antiga vila ganhasse força econômica, identidade e alcançasse a sua
emancipação em 12 de junho de 1989.
III.
Fechamento:
·
Síntese: "Hoje nós aprendemos
que os caminhos do comércio têm o poder de desenho o mapa de um país. Vimos que
as cidades antigas nasceram onde os viajantes paravam para fazer feiras e
descansar. Santa Tereza do Oeste também faz parte dessa história: nossa cidade
é fruto do movimento de pessoas corajosas que usaram os fluxos de transporte
para trabalhar, comerciar e transformar a nossa antiga vila no município forte
e independente que temos hoje."
·
Reflexão Final:
"Pensando nas lojas e comércios que existem hoje em Santa Tereza do Oeste,
quais deles vocês acham que seriam os mais importantes para um viajante do
passado que estivesse passando pela nossa cidade?"
📜 COMPONENTE CURRICULAR: GEOGRAFIA
TURMA: 4º ANO A – EF I
DATA: 01/07/2026 (Quarta-feira)
PLANO DE
AULA: "Os alimentos que consumimos diariamente passam por um longo
percurso antes de chegar às nossas mesas. Analisar o trajeto de um produto
agrícola — como o leite ou o trigo — desde a sua produção no campo, passando
pela transformação na indústria e pelo transporte rodoviário, até a
comercialização nos supermercados da cidade, permite ao aluno do 4º ano
compreender o conceito de cadeia produtiva e a interdependência econômica entre
o espaço rural e o urbano."
📝 PARA COPIAR DO QUADRO
De onde vem o que
comemos? O Caminho das Cadeias Produtivas
·
O
Que é Cadeia Produtiva? É
o caminho completo que um produto faz desde o momento em que é plantado ou
criado no campo até chegar aos consumidores finais na cidade.
·
As
Etapas do Caminho (Exemplo do Leite):
1.
Produção
(Campo): O leite é tirado das vacas
em sítios ou fazendas da zona rural. Ele é guardado em resfriadores para não
estragar.
2.
Transporte
Inicial: Caminhões-tanque coletam o
leite nas propriedades e viajam pelas estradas e rodovias.
3.
Transformação
(Indústria): O leite chega à fábrica
(laticínio), onde é pasteurizado (limpo), embalado em caixinhas ou transformado
em queijo e iogurte.
4.
Distribuição
e Comércio (Cidade): O produto industrializado
é levado para os supermercados, panificadoras e lojas da zona urbana.
5.
Consumo: As famílias compram o alimento para consumir em
suas casas.
·
A
Força do Nosso Município:
Em Santa Tereza do Oeste, a produção de leite e grãos (como milho, soja e
trigo) no campo é muito forte. Isso mostra que a nossa zona rural trabalha duro
para abastecer o comércio local e as indústrias da nossa região.
·
Interdependência: Esse caminho prova que o campo e a cidade precisam
trabalhar juntos. O campo produz a matéria-prima e a cidade transforma,
distribui e consome.
1. Cronograma da Aula:
I. Desafio Inicial: "A Caixinha de
Leite Misteriosa" (15 min)
·
O professor traz para a sala de aula uma caixinha vazia de leite longa
vida (or uma embalagem de farinha de trigo) e lança um desafio de investigação:
"Quando nós compramos essa caixinha no mercado do centro de Santa Tereza
do Oeste, ela já estava pronta na prateleira. Mas qual foi o ponto de partida
real desse alimento? Quantas pessoas e máquinas trabalharam para que esse leite
saísse de um animal no pasto e coubesse perfeitamente nessa caixinha
quadrada?". O professor recolhe os palpites e monta as etapas básicas na
lousa.
·
Pergunta: "Se as estradas
rurais do nosso município ficassem bloqueadas por causa de uma chuva forte e
nenhum caminhão conseguisse passar, o que aconteceria com as fábricas e com as
prateleiras dos supermercados na cidade?"
·
Conceito: Desenvolver o pensamento
sistêmico do aluno, estimulando a percepção de que o consumo urbano está
diretamente conectado à infraestrutura e ao trabalho do setor primário.
II.
Desenvolvimento:
Conversa Geográfica:
O professor explica:
·
O conceito técnico de cadeia produtiva e o significado de matéria-prima
(o produto bruto retirado da natureza);
·
A primeira etapa da cadeia: o trabalho do produtor rural e o uso de
tecnologias no campo (ordenha mecânica, resfriadores, tratores);
·
O papel essencial do setor de transportes na circulação de cargas
perecíveis através das redes rodoviárias regionais;
·
O processo industrial do setor secundário: transformação da
matéria-prima, controle de qualidade, embalagem e rotulagem;
·
A etapa comercial e do setor de serviços na cidade: abastecimento dos
mercados, geração de empregos no comércio e escolha do consumidor;
·
A interdependência territorial: debater como a economia de Santa Tereza
do Oeste se beneficia dessa engrenagem viva que une pequenos sítios às grandes
redes de comércio.
III.
Fechamento:
- Síntese:
"Hoje nós descobrimos na nossa aula de Geografia que os alimentos
realizam uma verdadeira viagem antes de chegar ao nosso prato. Aprendemos
que o leite e o trigo dependem do trabalho do agricultor no campo, da
tecnologia do motorista e do caminhão nas estradas, do operário na fábrica
e do atendente no supermercado. Entender o caminho dos alimentos nos
ensina a valorizar o trabalho do homem do campo e a respeitar a forte
união que existe entre a zona rural e a zona urbana do nosso
município."
- Reflexão
Final: "Agora que você conhece todo o trabalho que dá
para produzir um alimento desde o campo até a cidade, que atitude nós
devemos ter na hora do lanche para valorizar essa grande cadeia de
trabalhadores?"