SEMANA DE 29 DE JUNHO À 3 DE JULHO DE 2026
29 DE JUNHO – SEGUNDA-FEIRA
📜 COMPONENTE
CURRICULAR: HISTÓRIA
TURMA: 5º ANO A – EF I
DATA: 29/06/2026 (Segunda-feira)
PLANO DE AULA: O surgimento da escrita
e dos registros
📝 PARA COPIAR DO QUADRO
A Grande
Invenção: Por que os Povos Criaram a Escrita?
- A Necessidade de Registrar: Com o crescimento das primeiras cidades, os povos antigos precisavam controlar a quantidade de alimentos guardados, os impostos recolhidos e as mercadorias vendidas. A memória humana já não dava conta de tudo.
- Escrita Cuneiforme: Criada pelos sumérios na Mesopotâmia, foi uma
das primeiras escritas do mundo. Usava-se uma ferramenta em forma de cunha
para gravar símbolos em placas de argila úmida, que depois eram secadas ao
sol.
- Hieróglifos Egípcios: Desenvolvida no Egito Antigo, era uma escrita
sagrada baseada em desenhos e símbolos que representavam ideias e coisas.
Era registrada em paredes de templos e no papiro.
- A Invenção do Alfabeto: Mais tarde, povos como os fenícios inventaram
o alfabeto, associando cada símbolo a um som da fala. Isso deixou a
escrita muito mais simples, rápida e fácil de ser aprendida por outras
culturas.
- O Legado dos Registros: A escrita permitiu que as leis, as histórias,
a literatura e a ciência fossem guardadas e transmitidas através do tempo.
Graças a esses registros antigos, os historiadores conseguem hoje estudar
o passado da humanidade.
I. Desafio Inicial: "O Mundo sem
Escrita"
·
O professor propõe um
desafio prático de comunicação para a turma: "Imagine que nossa escola
precisa organizar a contagem exata de todos os merendeiros, lápis e cadernos
recebidos hoje, além de criar uma regra de convivência que dure cem anos, mas
ninguém aqui pode falar e nem escrever uma única letra ou desenho. Como vocês
resolveriam isso?". Após ouvir as dificuldades levantadas pelos alunos
sobre depender apenas da memória, o professor faz a ponte com o crescimento das
cidades mesopotâmicas e egípcias.
·
Pergunta: "Se as
primeiras regras e contagens do mundo eram gravadas em pedras pesadas ou argila
mole, de que forma a invenção de um alfabeto simples, com letras que
representam sons, mudou o acesso à informação no passado?"
·
Conceito: Compreender a escrita como uma tecnologia
social criada para solucionar problemas complexos de armazenamento de
informação, controle econômico e comunicação.
II. Desenvolvimento:
Conversa Histórica:
O
professor explica:
·
O contexto do surgimento da
escrita na Mesopotâmia (Suméria) associado à necessidade de contabilizar o
excedente agrícola e as trocas comerciais;
·
A técnica material da
escrita cuneiforme (uso de estiletes de junco/cunhas sobre tabletes de argila
fresca);
·
A escrita ideográfica e
pictográfica (como os hieróglifos egípcios), onde símbolos representavam
diretamente objetos ou ideias complexas;
·
A revolução do alfabeto
fenício e a simplificação do sistema de escrita ao transformar símbolos visuais
em fonemas (sons), servindo de base para o alfabeto grego, latino e o nosso
português atual;
·
O papel político dos
registros e o conceito de exclusão social: destacar que, na Antiguidade, a
escrita era um privilégio guardado por poucos (como os escribas), tornando-se
uma ferramenta de poder dos reis e governantes.
III.
Fechamento:
- Síntese: "Hoje descobrimos que a escrita nasceu da
necessidade prática de organizar a vida coletiva nas grandes cidades da
Antiguidade. Das marcas na argila cuneiforme até o alfabeto que usamos
hoje em nossas folhas de caderno, a escrita permitiu que a humanidade vencesse
o esquecimento. Registrar o que produzimos, o que pensamos e o que criamos
como lei é o que mantém viva a história das civilizações antigas e do
nosso próprio município."
- Reflexão Final: "Se
no passado a escrita era um segredo controlado apenas por poucos
funcionários dos reis, qual é a importância das tecnologias modernas de
hoje, como a internet e os computadores, estarem disponíveis para que
todos possam ler, registrar e compartilhar suas ideias?"
-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-
📜 COMPONENTE
CURRICULAR: GEOGRAFIA
TURMA: 5º ANO A – EF I
DATA: 29/06/2026 (Segunda-feira)
PLANO DE AULA: O papel da tecnologia na
integração das cidades
📝 PARA COPIAR DO QUADRO
Cidades
Digitais: A Internet e o Comércio Eletrônico na Rede Urbana
- Redes Invisíveis: Além das rodovias físicas, as cidades hoje estão conectadas por redes invisíveis de internet. Essa tecnologia permite a circulação de informações, dados e dinheiro em tempo real.
- O Impacto do E-commerce: O e-commerce é o comércio eletrônico (compras
pela internet). Hoje, um morador de uma cidade pequena pode comprar um
produto de qualquer lugar do mundo e recebê-lo em casa.
- Bancos Digitais e Serviços: A tecnologia digital transformou os serviços
bancários. Pix, aplicativos de banco e pagamentos digitais interligam o
comércio de diferentes cidades instantaneamente, sem a necessidade de
dinheiro físico.
- Diminuição das Distâncias: Antigamente, para conseguir produtos ou
serviços específicos, era obrigatório viajar até uma grande metrópole.
Hoje, a internet integra cidades de todos os tamanhos na mesma rede
digital.
- Mudança no Trabalho: Essa integração digital gera novas profissões,
como entregadores, programadores e profissionais de logística, modificando
o trânsito e o ritmo de vida nas cidades atuais.
1. Cronograma da Aula:
I. Desafio Inicial: "A Loja que não
tem Paredes":
·
O professor apresenta a
seguinte situação para a turma: "Imaginem que vocês precisam comprar um
livro ou um jogo muito específico que não existe em nenhuma loja física de
Santa Tereza do Oeste e nem de Cascavel. Há trinta anos, nós ficaríamos sem o
produto ou teríamos que esperar meses por uma viagem. Como nós resolvemos esse
problema hoje em menos de cinco minutos usando o celular?". Após ouvir
as respostas dos alunos sobre compras online, o professor introduz os conceitos
de e-commerce e rede digital.
·
Pergunta: "Se a
internet permite comprar coisas de São Paulo ou da China sem sair do nosso
quarto, será que as cidades pequenas ainda precisam estar perto das cidades
grandes para o comércio funcionar?"
Conceito: Compreender
a compressão do tempo e do espaço gerada pelas tecnologias de comunicação,
percebendo a internet como um vetor de integração geográfica.
Conversa Geográfica:
O
professor explica:
·
O conceito de e-commerce
(comércio eletrônico) e como ele complementa o comércio físico tradicional das
cidades;
·
O funcionamento dos bancos
digitais e a velocidade das transações financeiras (como o Pix) na integração
do mercado consumidor;
·
A infraestrutura invisível
que sustenta essa rede: satélites, cabos de fibra óptica, antenas de
transmissão e provedores de internet;
·
A contrapartida física do
mundo digital: o papel das rodovias (como a BR-277), dos centros de
distribuição e das empresas de entrega para que o produto virtual chegue até a
casa do aluno;
·
Os desafios da exclusão
digital: refletir sobre como as cidades ou bairros que não possuem boa conexão
com a internet acabam ficando isolados desse fluxo econômico moderno.
III. Fechamento :
·
Síntese: "Aprendemos hoje que a tecnologia e a internet
criaram pontes digitais que conectam Santa Tereza do Oeste ao resto do mundo.
Os bancos digitais e o e-commerce mudaram a nossa forma de consumir e reduzem o
isolamento das pequenas cidades na rede urbana. No entanto, o mundo digital
ainda depende do mundo físico: as mercadorias compradas na tela do celular
continuam precisando de caminhões, rodovias e trabalhadores reais para chegar
até nós."
·
Reflexão Final: "Vocês acham que
o crescimento das compras pela internet vai fazer com que as lojas físicas do
centro da nossa cidade fechem no futuro, ou elas vão se adaptar usando a
tecnologia?"
-O-O-O-O-O-O-O-O-O-O-O-O-O-O-
3º ANO
TURMA: 3º ANO A – EF I
DATA: 29/06/2026 (Segunda-feira)
PLANO DE AULA: "Atividade para recomposição de nota da avaliação”
O professor entregará a
atividade abaixo para os alunos. Em seguida ele explicará que a atividade se
refere à aula anterior. Esta atividade será realizada em sala, com a leitura
feita pelo professor e execução simultânea pelos alunos. Ao final a atividade será
recolhida, corrigida e avaliada pelo professor, posteriormente serão devolvidas
aos alunos. A finalidade desta atividade é, além do reforço na aprendizagem,
auxiliar na recomposição das notas dos alunos que precisarem.
📜 COMPONENTE CURRICULAR: GEOGRAFIA
TURMA: 3º ANO A – EF I
DATA: 29/06/2026 (Terça-feira)
PLANO DE AULA: A vida na Cidade (Espaço Urbano)
"O espaço urbano possui uma dinâmica social e econômica própria que o diferencia do campo. Compreender as características fundamentais da cidade — como a infraestrutura de ruas asfaltadas, o trânsito de veículos, a alta concentração de moradias, os estabelecimentos comerciais e a oferta de serviços públicos — permite ao aluno reconhecer como a sociedade organiza o ambiente urbano para viver e trabalhar coletivamente."
O Ritmo do
Espaço Urbano: As Características da Cidade
- O
Que é a Cidade? A cidade é o espaço urbano de um município.
Ela é marcada por uma paisagem muito modificada pelo ser humano, onde as construções
ficam próximas umas das outras.
- Grande Concentração: Nas cidades, há uma grande concentração de moradias (casas e prédios) e uma grande quantidade de pessoas circulando e vivendo no mesmo território.
- Infraestrutura Urbana: As cidades possuem ruas e avenidas asfaltadas, redes de iluminação pública, saneamento básico e eixos de trânsito com carros, ônibus e caminhões.
- Comércio e Serviços: É o lugar onde se concentram as lojas, os supermercados, os bancos, as farmácias e as feiras. Também reúne serviços importantes como escolas, hospitais e postos de saúde.
- Modo
de Vida Urbano: A vida na cidade costuma ter um ritmo mais
rápido. As pessoas dependem do comércio e dos serviços locais para realizar
suas atividades e suprir suas necessidades diárias.
I. Desafio Inicial: "Os Sons da
Cidade"
·
O professor pede para os alunos fecharem os olhos por alguns segundos e
imaginarem que estão caminhando bem no centro da cidade. Em seguida, pergunta: "Quais
são os barulhos que nós escutamos na cidade que quase não existem no meio da
mata ou do campo? Se um fotógrafo tirasse uma foto da janela da nossa
escola, o que ele veria que prova que estamos no espaço urbano?". O
professor memoriza as palavras-chave no quadro (buzina, asfalto, lojas,
calçada, prédios).
·
Pergunta: "Por que as pessoas que moram na cidade precisam de
tantas ruas conectadas e de tantos comércios juntos em comparação com quem mora
em sítios isolados?"
·
Conceito: Despertar a percepção da paisagem cultural urbana
a partir dos estímulos sensoriais e da infraestrutura física visível no
cotidiano do aluno.
Conversa Geográfica:
O professor explica:
- O
conceito de espaço urbano a partir da alta densidade populacional e da
proximidade das construções;
- A
importância do asfalto e do calçamento para o deslocamento seguro de
pedestres e o trânsito de veículos e transporte coletivo;
- O
papel do comércio local na distribuição de produtos e mercadorias
essenciais para a sobrevivência diária;
- A
concentração do setor de serviços (bancos, oficinas, escolas, postos de
atendimento) que centraliza as funções administrativas do município;
- Como
o modo de vida urbano molda as rotinas de horários das pessoas (trabalho,
comércio, tráfego nas horas de pico).
IV. Fechamento:
- Síntese: "Hoje nós aprendemos que a cidade é
um espaço geográfico vibrante e cheio de movimento. Ela se caracteriza por
suas ruas asfaltadas, comércio variado, trânsito de veículos e uma grande
concentração de casas e serviços públicos. Compreender o funcionamento do
espaço urbano nos ajuda a entender como a nossa comunidade de Santa Tereza
do Oeste se organiza para facilitar a vida, o trabalho e a convivência de
todos os moradores."
- Reflexão Final: "Se vocês pudessem escolher um serviço ou uma loja nova que
ainda não tem na nossa cidade para construir na rua da sua casa, o que
vocês escolheriam?"
📜 COMPONENTE
CURRICULAR: HISTÓRIA
TURMAS: 2º ANOS – EF I
DATA: 30/06/2026 (Terça-feira)
PLANO DE AULA: O trabalho e as tarefas em casa
"A
rotina de uma moradia depende do esforço coletivo de seus moradores.
Compreender a divisão de responsabilidades no ambiente doméstico e a
importância da colaboração de cada membro permite ao aluno do 2º ano reconhecer
o ambiente familiar como um espaço de cooperação, direitos e deveres,
fortalecendo os laços de respeito e empatia na convivência diária."
📝 PARA COPIAR DO QUADRO
Trabalho
em Equipe: A Divisão de Tarefas na Nossa Casa
- A Rotina da Casa: Para manter a nossa moradia limpa, organizada
e agradável, existem muitos trabalhos que precisam ser feitos todos os
dias, como cozinhar, lavar a louça, arrumar as camas e tirar o lixo.
- Divisão de Responsabilidades: Antigamente, quase todo o trabalho de casa era
feito por uma única pessoa. Hoje, sabemos que todos os membros que moram
juntos na mesma casa devem dividir as tarefas de acordo com a sua idade.
- A Colaboração das Crianças: Mesmo sendo pequenos, os alunos do 2º ano
podem e devem colaborar no ambiente doméstico. Guardar os próprios
brinquedos, organizar os sapatos, recolher os pratos da mesa e cuidar do
material escolar são ótimas formas de ajudar.
- Viver em Harmonia: Quando todos ajudam e colaboram um pouquinho,
a casa fica mais organizada, os adultos não ficam tão cansados e sobra
mais tempo livre para a família se divertir junta.
- Respeito no Lar: Cooperar com as tarefas de casa é uma forma de
demonstrar carinho, respeito e gratidão pelas pessoas que cuidam de nós.
1. Cronograma da Aula:
I. Desafio Inicial: "A Casa
Bagunçada":
- O professor apresenta uma situação hipotética
divertida para os estudantes: "Imaginem que na casa da nossa
personagem Sofia, ninguém arruma a cama, ninguém lava os pratos e os
brinquedos ficam todos jogados no meio da sala por uma semana inteira. O
que aconteceria com essa casa? Como as pessoas se sentiriam vivendo nesse
lugar?". Após ouvir as reações e risadas dos alunos, o professor
faz o gancho com a realidade: "Para uma casa funcionar bem, ela
precisa de uma equipe de trabalhadores. Quem faz parte da equipe da casa
de vocês?".
- Pergunta: "Se os adultos trabalham fora para garantir
o sustento do lar, qual deve ser o papel das crianças na organização do
espaço onde a família vive junta?"
- Conceito: Despertar a noção de responsabilidade compartilhada
e cidadania familiar a partir da observação das necessidades práticas do
espaço doméstico.
II. Desenvolvimento:
Conversa Histórica:
O
professor explica:
· O conceito de divisão do trabalho no ambiente doméstico como
uma necessidade para a manutenção da higiene e do bem-estar coletivo;
· As transformações históricas nos papéis familiares: como a cooperação moderna substituiu a antiga sobrecarga exclusiva
sobre as mulheres/mães;
· A diferenciação entre tarefas perigosas (que apenas os adultos devem fazer, como mexer no fogão ou usar
produtos químicos) e tarefas seguras de colaboração infantil
(organização, zelo com os próprios pertences);
· O impacto positivo da cooperação: a redução do cansaço dos responsáveis
e o aumento do tempo de lazer em família;
· O conceito de empatia no lar: perceber o trabalho alheio
(como o ato de limpar o chão) e colaborar não sujando de propósito.
- Síntese: "Hoje nós aprendemos que a nossa casa funciona como uma grande
equipe de futebol, onde cada jogador tem a sua posição e a sua tarefa.
Vimos que manter o lar limpo e organizado não é obrigação de uma pessoa
só, mas sim de todos os que moram nele. Quando nós guardamos nossos
brinquedos e cuidamos das nossas coisas aqui em Santa Tereza do Oeste,
estamos ajudando a nossa família a viver em um ambiente muito mais feliz e
harmonioso."
- Reflexão Final: "Qual é a tarefa de casa que você já consegue fazer sozinho e que deixa os adultos da sua casa muito orgulhosos de você?"
📜 COMPONENTE CURRICULAR: GEOGRAFIA
TURMAS: 2º ANOS – EF I
DATA: 30/06/2026 (Terça-feira)
PLANO DE AULA: A rua e os cuidados com o
trânsito
"A
rua é um espaço público de circulação onde pedestres e veículos interagem
diariamente. Compreender o papel do pedestre e adotar comportamentos seguros —
como usar a faixa de segurança, caminhar corretamente pelas calçadas e manter a
atenção absoluta ao atravessar a via — permite ao aluno do 2º ano desenvolver a
autoproteção, a cidadania e a prevenção de acidentes no trânsito local."
📝 PARA COPIAR DO QUADRO
Segurança
nas Ruas: O Papel do Pedestre no Trânsito
- O
Que é o Pedestre? Pedestre é toda pessoa que circula a pé
pelas ruas e calçadas. No trânsito, o pedestre é a parte mais frágil e
precisa de muita proteção e cuidado.
- Comportamento
na Calçada: A calçada é o caminho seguro do pedestre.
Devemos caminhar sempre longe do meio-fio, não correr perto dos carros e prestar
atenção nas saídas de garagens.
- A Faixa de Segurança: A faixa de pedestre (linhas brancas pintadas no chão) é o lugar correto e obrigatório para atravessar a rua. Ela avisa aos motoristas que ali as pessoas têm a preferência.
- Atenção
ao Atravessar: Antes de pisar na rua, devemos fazer o "Olhar
Triplo": parar na calçada, olhar para a direita, olhar para a
esquerda e olhar para a direita de novo. Só devemos atravessar quando
todos os carros pararem totalmente.
- Cuidado
com as Distrações: Não devemos atravessar a rua brincando,
correndo ou olhando para telas de celulares. A nossa atenção salva vidas.
I. Desafio Inicial: "O Sinal de
Vida":
·
O professor inicia a aula
mostrando uma imagem de uma faixa de pedestres ou estendendo um pedaço de TNT
com listras brancas no chão da sala. Ele lança um desafio: "Se vocês
estivessem em uma calçada movimentada aqui no centro de Santa Tereza do Oeste e
precisassem passar para o outro lado da rua com segurança, o que precisariam
fazer primeiro? Qual é o sinal que o pedestre deve fazer com a mão para avisar
os motoristas?". O professor ouve as respostas e demonstra a dinâmica
do "Sinal de Vida" (braço estendido).
·
Pergunta: "Se as
leis de trânsito servem para os carros e caminhões andarem organizados, por que
os pedestres também precisam seguir regras rígidas quando estão andando a
pé?"
Conceito: Desenvolver a percepção do trânsito como um sistema compartilhado e complexo que exige a corresponsabilidade do pedestre para garantir a segurança comum.
Conversa Geográfica:
O professor explica:
·
O conceito de pedestre e o mapeamento dos espaços adequados para a circulação
a pé (calçadas e passarelas) em oposição ao leito viário (pistas de carros);
·
A função e a obrigatoriedade da faixa de segurança como o ponto de
cruzamento protegido no espaço geográfico urbano;
·
O procedimento correto de travessia: parar antes do meio-fio, fazer
contato visual com os motoristas, olhar para os dois lados e atravessar andando
em linha reta (nunca correndo);
·
O significado das sinalizações luminosas: o semáforo de veículos e o
semáforo de pedestres (boneco vermelho e verde);
·
Os riscos ocultos: o perigo das saídas de garagens de comércios e
residências e os pontos cegos onde os motoristas não conseguem enxergar as
crianças menores.
III. Fechamento:
- Síntese:
"Hoje nós aprendemos na nossa aula
de Geografia que a rua é de todos, mas a calçada e a faixa de segurança
pertencem ao pedestre. Vimos que ser um pedestre inteligente significa
andar com atenção, respeitar as faixas brancas no chão e olhar muito bem
para os dois lados antes de atravessar. Quando cuidamos do nosso comportamento
nas ruas de Santa Tereza do Oeste, estamos protegendo a nossa vida e
ajudando a construir um trânsito muito mais seguro para todos."
- Reflexão
Final: "Se
você estivesse caminhando com um adulto distraído que tentasse atravessar
a rua correndo fora da faixa, qual conselho de segurança que você aprendeu
hoje você daria para ele?"
1º ANO - A
📜 COMPONENTE CURRICULAR: HISTÓRIA
TURMA: 1º ANO A – EF I
DATA: 01/07/2026 (Quarta-feira)
PLANO DE AULA: "A história de uma comunidade também é feita pelas memórias guardadas na mente das pessoas. O resgate de lembranças, causos e costumes tradicionais transmitidos oralmente pelos familiares mais velhos permite ao aluno do 1º ano valorizar o patrimônio cultural imaterial de seu lar, compreender a passagem do tempo e fortalecer os laços de pertencimento e identidade familiar."
📝 PARA EXPLICAR NO QUADRO
Memórias no
Lar: As Histórias e Costumes da Nossa Família
- Contar
Histórias: Os nossos familiares mais velhos, como os
avós, tios e pais, guardam muitas lembranças em suas memórias sobre a
época em que eles eram crianças pequenas.
- O
Que São Causos?: Causos são histórias engraçadas, curiosas ou
assustadoras que as pessoas contam sobre coisas que aconteceu no passado.
Eles nos ajudam a rir e aprender.
- Costumes
Tradicionais: São hábitos que passam de pais para filhos,
como uma receita de bolo gostosa, uma cantiga de ninar, o jeito de
comemorar festas ou o hábito de tomar chimarrão.
- História
Viva: Quando escutamos os mais velhos conversarem,
nós estamos conhecendo uma história viva. Essas memórias não estão
escritas nos livros, mas ficam guardadas no nosso coração.
- Respeito e Carinho: Escutar com atenção os relatos e os conselhos dos idosos da nossa família é uma forma de demonstrar respeito, amor e valorizar as nossas origens.
I. Desafio Inicial: "O Tempo no Fio da Voz":
·
O professor inicia a aula mudando o tom de voz para um tom mais suave,
como quem vai contar um grande segredo, e diz: "Vou contar um segredo
para vocês. Antigamente, quando os avós de vocês eram crianças em Santa Tereza
do Oeste, não existia celular para gravar vídeos e nem internet para guardar
fotos. Como vocês acham que eles faziam para que as histórias da infância deles
não fossem esquecidas?". Após ouvir as hipóteses das crianças, o
professor explica que eles usavam a ferramenta mais bonita do ser humano: a voz
e a contação de histórias.
·
Pergunta: "Qual é a história
engraçada ou o costume que os adultos da sua casa sempre contam para você de
quando eles eram pequenos?"
·
Conceito: Compreender a oralidade como a primeira forma de registro
e transmissão de conhecimento histórico da humanidade, partindo do afeto
doméstico.
Conversa Histórica:
O professor explica em linguagem
simples, lúdica e acolhedora:
·
O conceito de tradição oral: o ato de passar ensinamentos, músicas e
histórias "de boca em boca", de pais para filhos;
·
O que são "causos": narrativas populares que misturam fatos
reais com um pouquinho de imaginação e humor;
·
A identificação de costumes tradicionais na culinária da nossa região (o
churrasco de domingo, o pão caseiro, os doces tradicionais) e nos hábitos de
convivência;
·
A importância dos idosos e dos parentes mais velhos como os grandes
"baús de tesouros" da história da família e do município;
·
A valorização das diferentes culturas: explicar que cada família tem
causos e costumes diferentes vindos de seus estados de origem e que todos eles
enriquecem a nossa sala de aula.
·
Síntese: "Hoje nós descobrimos
na nossa aula de História que as memórias da nossa família são relíquias
preciosas. Aprendemos que escutar os causos e os costumes que nossos avós e
pais contam é uma forma de viajar no tempo sem sair do lugar. Quando
respeitamos as histórias dos mais velhos aqui em Santa Tereza do Oeste,
mantemos viva a chama do passado e aprendemos a cuidar melhor do nosso
presente."
·
Reflexão Final: "Hoje à noite, quando você chegar em casa, que tal
pedir para o familiar mais velho te contar um causo curioso da infância dele
para você trazer para a nossa próxima aula?"
📜 COMPONENTE CURRICULAR: GEOGRAFIA
TURMA: 1º ANO A – EF I
DATA: 01/07/2026 (Quarta-feira)
PLANO DE
AULA: "O bairro é um espaço
fundamental de vivência, trocas e cooperação mútua. Identificar os diferentes
profissionais que atuam no comércio e nos serviços públicos do entorno — como o
padeiro, o feirante, o motorista do ônibus e o carteiro — permite ao aluno do
1º ano compreender a importância do trabalho na organização do seu espaço
vivido, valorizar os trabalhadores locais e perceber como eles ajudam a suprir
as necessidades diárias de toda a comunidade."
📝 PARA EXPLICAR NO QUADRO
Quem
Trabalha no Nosso Bairro? Os Profissionais da Comunidade
- Trabalhadores do Bairro: Perto da nossa casa e da nossa escola,
existem muitas pessoas que trabalham para atender às nossas necessidades
diárias e deixar o bairro melhor.
- O Padeiro: Trabalha na padaria fazendo os pães
quentinhos, bolos e doces que nós comemos no café da manhã e da tarde.
- O Feirante: Trabalha na feira ou no mercado
vendendo frutas, verduras e legumes frescos colhidos do campo para cuidar
da nossa saúde.
- O Motorista de Ônibus: É o profissional que dirige com cuidado
para transportar os moradores e os estudantes com segurança pelas ruas da
cidade.
- O Carteiro: Anda pelas calçadas ou usa uma moto
para entregar as cartas, contas e as caixas com as encomendas na porta da
nossa moradia.
- União Importante: Todos os profissionais do bairro são
essenciais. O trabalho deles faz a nossa comunidade funcionar com alegria
e organização todos os dias.
1. Cronograma da Aula:
I. Desafio Inicial: "A Rua Sem
Trabalhadores" (15 min)
- O professor propõe uma
brincadeira de detetives com as crianças: "Fechem os olhos e pensem
na rua da casa de vocês aqui em Santa Tereza do Oeste. Agora, imaginem que
a padaria fechou porque não tem o padeiro, as cartas acumularam porque o
carteiro não passou e o ônibus parou porque não tem motorista. Como ficaria
a vida da nossa família no bairro?". Após ouvir as respostas agitadas
das crianças sobre a dificuldade de viver assim, o professor conecta as
ideias à importância dos profissionais comunitários.
- Pergunta:
"Se esses trabalhadores ajudam a nossa família todos os dias bem
pertinho de nossa casa, qual é a melhor forma de tratá-los quando os
encontramos na rua ou nas lojas do bairro?"
- Conceito:
Desenvolver o senso de comunidade, empatia e reconhecimento da utilidade
social do trabalho a partir do cenário geográfico imediato do aluno de 6
anos.
II.
Desenvolvimento:
Conversa Geográfica:
O professor explica em linguagem
simples, lúdica e visual:
· O
conceito de bairro como um lugar de convivência e trocas de serviços essenciais
entre vizinhos e trabalhadores;
· A função
e a rotina do padeiro (acordar de madrugada) e do feirante (organizar as
barracas de alimentos);
· O papel
logístico e social do motorista de ônibus e do carteiro na locomoção de pessoas
e na entrega de informações e produtos;
· A
identificação dos locais de trabalho do bairro: a padaria, a mercearia, a
farmácia, a calçada e as vias públicas;
· A
importância do respeito mútuo e da gentileza (dizer "bom dia",
"por favor" e "obrigado") para valorizar as pessoas que
trabalham perto de nós no município.
- Síntese:
"Hoje nós aprendemos na nossa aula de Geografia que o nosso bairro é
como uma grande engrenagem onde cada trabalhador faz a sua parte. Vimos
que o padeiro, o feirante, o motorista e o carteiro trabalham duro para
que a nossa comunidade de Santa Tereza do Oeste tenha comida saborosa,
transporte seguro e entregas na porta de casa. Valorizar as profissões do
bairro é uma atitude de cidadania e amor pelo lugar onde vivemos."
- Reflexão
Final: "Qual é o trabalhador do bairro que você ou
seus pais sempre encontram e cumprimentam com um sorriso quando saem para
caminhar na rua?"
4º ANO – A
📜 COMPONENTE CURRICULAR: HISTÓRIA
TURMA: 4º ANO A – EF I
DATA: 01/07/2026 (Quarta-feira)
PLANO DE AULA: "O surgimento do comércio e a necessidade de transportar mercadorias criaram as primeiras grandes rotas de fluxo no espaço geográfico. Compreender como os produtos circulavam no passado e de que forma os pontos de parada e as feiras geravam vilas e povoados permite ao aluno do 4º ano estabelecer conexões históricas diretas com a formação do território paranaense e o próprio surgimento de Santa Tereza do Oeste ao longo dos caminhos regionais."
📝 PARA COPIAR DO QUADRO
Rotas de Fluxo: O
Comércio e o Nascimento de Cidades no Passado
- A
Circulação de Mercadorias: No passado colonial e
imperial, o transporte de mercadorias era lento e difícil. Os produtos
circulavam por duas rotas principais: as fluviais (pelos rios, com os
barcos das monções) e as terrestres (por trilhas, com os cavalos e mulas
dos tropeiros).
- As
Feiras e os Pousos: Como as viagens demoravam muitos dias
ou semanas, os comerciantes precisavam de pontos de parada para descansar,
alimentar os animais e proteger as mercadorias. Nesses locais de descanso
(pousos), começaram a surgir feiras livres para a troca e venda de
produtos.
- O
Surgimento de Vilas e Cidades: Onde havia uma feira
ou um pouso movimentado, pessoas começavam a morar perto para vender
comida, ferramentas e ferraduras para os viajantes. Com o tempo, esses
eixos de comércio faziam as pequenas vilas crescerem até virarem cidades
atuais.
- A
Conexão com Santa Tereza do Oeste: O nosso município
também nasceu do fluxo de caminhos e comércios. Antes de ser uma cidade
independente em 1989, a nossa região cresceu devido ao movimento de
desbravadores, agricultores e pioneiros que utilizavam os eixos de
transporte e as estradas da Região Oeste para escoar a produção e fazer
comércio.
I. Desafio Inicial: "Onde o Viajante
Dorme?" (15 min)
·
O professor apresenta a seguinte situação para os alunos: "Imaginem
que vocês são comerciantes de tecidos e ferramentas há duzentos anos e precisam
levar suas mercadorias do sul do país até uma feira distante. Vocês estão
viajando a cavalo por estradas de terra e a noite chega no meio de uma mata. O
que vocês precisam encontrar para passar a noite? O que acontece se muitos
viajantes decidirem parar sempre no mesmo lugar para descansar?". O
professor ouve as hipóteses e as conecta ao surgimento dos pousos e das feiras
comerciais.
·
Pergunta: "Se as cidades do
passado nasciam nos pontos onde os comerciantes paravam para descansar, como a
circulação de carros, caminhões e pioneiros influenciou o surgimento da nossa
cidade de Santa Tereza do Oeste?"
· Conceito: Compreender a importância
dos eixos de circulação e do comércio como fatores geradores de centralidades
urbanas e fixação populacional.
II.
Desenvolvimento:
Conversa Histórica:
O professor explica:
·
A logística das viagens comerciais no período colonial e imperial brasileiro,
contrastando a velocidade dos fluxos antigos com a atualidade;
·
O conceito de "pouso de tropeiros" e as feiras periódicas como
espaços de sociabilidade, troca cultural e comércio de excedentes;
·
O processo geográfico e histórico de transformação de uma rota de
passagem em um povoamento estável (a evolução de pouso para vila);
·
A contextualização com a Região Oeste do Paraná: a abertura de estradas,
a vinda de frentes colonizadoras agrícolas e o comércio de madeira e erva-mate
que atraíram os primeiros moradores;
·
A história local de Santa Tereza do Oeste: como o fluxo de pessoas e
pequenos comércios à beira das estradas de ligação regional deu sustentação
para que a antiga vila ganhasse força econômica, identidade e alcançasse a sua
emancipação em 12 de junho de 1989.
·
Síntese: "Hoje nós aprendemos
que os caminhos do comércio têm o poder de desenho o mapa de um país. Vimos que
as cidades antigas nasceram onde os viajantes paravam para fazer feiras e
descansar. Santa Tereza do Oeste também faz parte dessa história: nossa cidade
é fruto do movimento de pessoas corajosas que usaram os fluxos de transporte
para trabalhar, comerciar e transformar a nossa antiga vila no município forte
e independente que temos hoje."
·
Reflexão Final:
"Pensando nas lojas e comércios que existem hoje em Santa Tereza do Oeste,
quais deles vocês acham que seriam os mais importantes para um viajante do
passado que estivesse passando pela nossa cidade?"
📜 COMPONENTE CURRICULAR: GEOGRAFIA
TURMA: 4º ANO A – EF I
DATA: 01/07/2026 (Quarta-feira)
PLANO DE
AULA: "Os alimentos que consumimos diariamente passam por um longo
percurso antes de chegar às nossas mesas. Analisar o trajeto de um produto
agrícola — como o leite ou o trigo — desde a sua produção no campo, passando
pela transformação na indústria e pelo transporte rodoviário, até a
comercialização nos supermercados da cidade, permite ao aluno do 4º ano
compreender o conceito de cadeia produtiva e a interdependência econômica entre
o espaço rural e o urbano."
📝 PARA COPIAR DO QUADRO
De onde vem o que
comemos? O Caminho das Cadeias Produtivas
·
O
Que é Cadeia Produtiva? É
o caminho completo que um produto faz desde o momento em que é plantado ou
criado no campo até chegar aos consumidores finais na cidade.
·
As
Etapas do Caminho (Exemplo do Leite):
1.
Produção
(Campo): O leite é tirado das vacas
em sítios ou fazendas da zona rural. Ele é guardado em resfriadores para não
estragar.
2.
Transporte
Inicial: Caminhões-tanque coletam o
leite nas propriedades e viajam pelas estradas e rodovias.
3.
Transformação
(Indústria): O leite chega à fábrica
(laticínio), onde é pasteurizado (limpo), embalado em caixinhas ou transformado
em queijo e iogurte.
4.
Distribuição
e Comércio (Cidade): O produto industrializado
é levado para os supermercados, panificadoras e lojas da zona urbana.
5.
Consumo: As famílias compram o alimento para consumir em
suas casas.
·
A
Força do Nosso Município:
Em Santa Tereza do Oeste, a produção de leite e grãos (como milho, soja e
trigo) no campo é muito forte. Isso mostra que a nossa zona rural trabalha duro
para abastecer o comércio local e as indústrias da nossa região.
·
Interdependência: Esse caminho prova que o campo e a cidade precisam
trabalhar juntos. O campo produz a matéria-prima e a cidade transforma,
distribui e consome.
I. Desafio Inicial: "A Caixinha de
Leite Misteriosa" (15 min)
·
O professor traz para a sala de aula uma caixinha vazia de leite longa
vida (or uma embalagem de farinha de trigo) e lança um desafio de investigação:
"Quando nós compramos essa caixinha no mercado do centro de Santa Tereza
do Oeste, ela já estava pronta na prateleira. Mas qual foi o ponto de partida
real desse alimento? Quantas pessoas e máquinas trabalharam para que esse leite
saísse de um animal no pasto e coubesse perfeitamente nessa caixinha
quadrada?". O professor recolhe os palpites e monta as etapas básicas na
lousa.
·
Pergunta: "Se as estradas
rurais do nosso município ficassem bloqueadas por causa de uma chuva forte e
nenhum caminhão conseguisse passar, o que aconteceria com as fábricas e com as
prateleiras dos supermercados na cidade?"
·
Conceito: Desenvolver o pensamento
sistêmico do aluno, estimulando a percepção de que o consumo urbano está
diretamente conectado à infraestrutura e ao trabalho do setor primário.
Conversa Geográfica:
O professor explica:
·
O conceito técnico de cadeia produtiva e o significado de matéria-prima
(o produto bruto retirado da natureza);
·
A primeira etapa da cadeia: o trabalho do produtor rural e o uso de
tecnologias no campo (ordenha mecânica, resfriadores, tratores);
·
O papel essencial do setor de transportes na circulação de cargas
perecíveis através das redes rodoviárias regionais;
·
O processo industrial do setor secundário: transformação da
matéria-prima, controle de qualidade, embalagem e rotulagem;
·
A etapa comercial e do setor de serviços na cidade: abastecimento dos
mercados, geração de empregos no comércio e escolha do consumidor;
·
A interdependência territorial: debater como a economia de Santa Tereza
do Oeste se beneficia dessa engrenagem viva que une pequenos sítios às grandes
redes de comércio.
III. Fechamento:
- Síntese:
"Hoje nós descobrimos na nossa aula de Geografia que os alimentos
realizam uma verdadeira viagem antes de chegar ao nosso prato. Aprendemos
que o leite e o trigo dependem do trabalho do agricultor no campo, da
tecnologia do motorista e do caminhão nas estradas, do operário na fábrica
e do atendente no supermercado. Entender o caminho dos alimentos nos
ensina a valorizar o trabalho do homem do campo e a respeitar a forte
união que existe entre a zona rural e a zona urbana do nosso
município."
- Reflexão
Final: "Agora que você conhece todo o trabalho que dá
para produzir um alimento desde o campo até a cidade, que atitude nós
devemos ter na hora do lanche para valorizar essa grande cadeia de
trabalhadores?"
